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Porto Alegre, terça-feira, 07 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Política

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governo do estado

Edição impressa de 07/01/2020. Alterada em 06/01 às 21h16min

Piratini define cronograma de reuniões com base aliada

Frederico Antunes admite a possibilidade de negociar emendas

Frederico Antunes admite a possibilidade de negociar emendas


/CELSO BENDER/AGÊNCIA ALRS/JC
Marcus Meneghetti
Com previsão de votar na Assembleia Legislativa o restante dos projetos do pacote que reformula a carreira e a Previdência dos servidores públicos entre 27 e 31 de janeiro, o governo do Estado inicia nesta terça-feira (7) uma série de reuniões com a base aliada, com o objetivo de angariar os votos necessários para a aprovação das propostas. Na manhã de quarta-feira, às 9h, os deputados estaduais governistas tomam um café da manhã com o governador Eduardo Leite (PSDB), no Palácio Piratini. Depois, ao retornar à Assembleia, participam de reuniões com o líder do governo, Frederico Antunes (PP), na sala da liderança.
Com previsão de votar na Assembleia Legislativa o restante dos projetos do pacote que reformula a carreira e a Previdência dos servidores públicos entre 27 e 31 de janeiro, o governo do Estado inicia nesta terça-feira (7) uma série de reuniões com a base aliada, com o objetivo de angariar os votos necessários para a aprovação das propostas. Na manhã de quarta-feira, às 9h, os deputados estaduais governistas tomam um café da manhã com o governador Eduardo Leite (PSDB), no Palácio Piratini. Depois, ao retornar à Assembleia, participam de reuniões com o líder do governo, Frederico Antunes (PP), na sala da liderança.
A ideia do governo é definir quantos projetos do pacote vão ser votados nas convocações extraordinárias do final de janeiro, quais projetos vão ser apreciados, quais têm mais chance de serem aprovados e quais tem segurança jurídica. Conforme Antunes, algumas propostas do pacote podem ficar para depois, enquanto outras matérias que não tratam do funcionalismo podem entrar na pauta das sessões extraordinárias. Por exemplo, o projeto que permite que o Palácio Piratini possa pagar dívidas com municípios através da doações de imóveis. 
Claro que, diante da resistência de parlamentares aliados em votar algumas medidas impopulares em ano de eleições municipais, o governo está disposto a ouvir as demandas dos deputados e, eventualmente, incorporá-las através de emendas às matérias. "O governador nunca disse que não (permitiria emendas aos projetos), mas tem que ser emendas que não prejudiquem ainda mais as finanças do Estado", avaliou Antunes.
"Nas reuniões na Assembleia, pretendemos tirar dúvidas e permitir que os deputados se debrucem ainda mais sobre os projetos. Na semana dos dias 14, 15 e 16, pretendemos levar as sugestões dos deputados ao governo. Com isso, teremos condições de terminar a semana seguinte com a definição dos projetos que vão ser apreciados nas sessões extraordinárias", projetou o líder do governo. 
 
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