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Porto Alegre, terça-feira, 17 de dezembro de 2019.

Jornal do Comércio

Política

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relações internacionais

Alterada em 17/12 às 16h23min

Bolsonaro insinua que medidas de Fernández podem aumentar imigração de argentinos para o Brasil

Ele ressaltou que a "situação política da Venezuela tem reflexos diretos no estado de Roraima"

Ele ressaltou que a "situação política da Venezuela tem reflexos diretos no estado de Roraima"


EVARISTO SA/AFP/JC
O presidente Jair Bolsonaro destacou nesta terça-feira medidas tomadas pelo novo presidente da Argentina, Alberto Fernández, e insinuou que elas poderão causar uma aumento de imigração de argentinos para a região Sul do Brasil, assim como ocorreu com venezuelanos em Roraima.
O presidente Jair Bolsonaro destacou nesta terça-feira medidas tomadas pelo novo presidente da Argentina, Alberto Fernández, e insinuou que elas poderão causar uma aumento de imigração de argentinos para a região Sul do Brasil, assim como ocorreu com venezuelanos em Roraima.
De acordo com Bolsonaro, essa imigração, por sua vez, causaria problemas como o aumento da violência e a piora na saúde e educação.
Em publicação em redes sociais, Bolsonaro ressaltou que a "situação política da Venezuela tem reflexos diretos no estado de Roraima", citando o "aumento da violência e população de rua" e a "piora na saúde e educação".
Depois, ressaltou que a Argentina faz fronteira com com a região Sul do Brasil e listou algumas das medidas tomadas por Fernández nos primeiros dias do seu governo, como o aumento da indenização por demissão sem justa casa, das tarifas sobre as exportações agrícolas e das taxas sobre compras do exterior. Bolsonaro também afirmou que Fernández defende a discussão da legalização do aborto.
Ao deixar o Palácio da Alvorada, no final da manhã desta terça, Bolsonaro foi questionado sobre a declaração, mas não quis comentar:
"Interpretação de texto. Primeira aula na faculdade."
Não é a primeira vez em que Bolsonaro relaciona a Argentina com a Venezuela. Em agosto, após Fernández vencer as eleições primárias, o brasileiro afirmou, em Pelotas (RS), que se a "esquerdalha" voltasse ao poder na Argentina, o Rio Grande do Sul poderia virar "um novo estado de Roraima", com "irmãos argentinos fugindo pra cá".
Agência O Globo
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