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Porto Alegre, segunda-feira, 28 de outubro de 2019.
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Jornal do Comércio

Política

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Edição impressa de 28/10/2019. Alterada em 28/10 às 03h00min

Queiroz se sente abandonado por grupo de Bolsonaro

Em áudios de WhatsApp, o policial aposentado Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), se queixa de ter sido abandonado pelo grupo político que elegeu Jair Bolsonaro (PSL) no enfrentamento da investigação que o Ministério Público move contra ele e o senador.
Em áudios de WhatsApp, o policial aposentado Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), se queixa de ter sido abandonado pelo grupo político que elegeu Jair Bolsonaro (PSL) no enfrentamento da investigação que o Ministério Público move contra ele e o senador.
Os áudios, enviados a interlocutor não identificado, foi repassado à Folha de S. Paulo por uma fonte que pediu para não ser identificada. Queiroz está no centro de uma investigação contra Flávio Bolsonaro por supostas práticas de lavagem de dinheiro, peculato e organização criminosa no gabinete do filho do presidente à época em que ele era deputado pelo estado do Rio de Janeiro. O caso foi revelado pelo 'Estado' em dezembro do ano passado.
Na conversa, datada de junho, Queiroz reclama de ter sido abandonado pelo grupo político que elegeu Bolsonaro e dimensiona o tamanho do problema que a investigação poderá causar. "É o que eu falo, o cara está hiperprotegido. Eu não vejo ninguém mover nada para tentar me ajudar. É só porrada. Não vi ninguém agir", queixou-se o ex-assessor de Flávio Bolsonaro. Mas, em outro trecho do áudio, o policial aposentado revela ter planos para lapidar o que ele chama de "bagunça" no diretório regional do PSL no Rio de Janeiro, até agora comandado por Flávio Bolsonaro. 
 
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