Porto Alegre, sábado, 25 de julho de 2020.
Dia do Escritor. Dia do Motorista .

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
sábado, 25 de julho de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Ministério Público Federal

- Publicada em 03h08min, 10/10/2019. Atualizada em 03h00min, 10/10/2019.

Katia Abreu solicita remoção de Dallagnol do comando da Lava Jato

Para senadora pedetista, saída do procurador seria por 'interesse público'

Para senadora pedetista, saída do procurador seria por 'interesse público'


/JEFFERSON RUDY/AGÊNCIA SENADO/DIVULGAÇÃO/JC
Alegando agir para proteger a Operação Lava Jato, a senadora Katia Abreu (PDT-TO) protocolou no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) um pedido de remoção do procurador Deltan Dallagnol da coordenação da força-tarefa de Curitiba.
Alegando agir para proteger a Operação Lava Jato, a senadora Katia Abreu (PDT-TO) protocolou no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) um pedido de remoção do procurador Deltan Dallagnol da coordenação da força-tarefa de Curitiba.
Na peça, a senadora explora o revés imposto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a ele com a proibição de um fundo da Operação Lava Jato com dinheiro recuperado da Petrobras e os questionamentos à remuneração obtida por Deltan Dallagnol ao longo da operação com a realização de palestras. Kátia Abreu pede que o procurador seja alvo de uma "remoção por interesse público".
"Cumpre desde logo esclarecer que o presente pedido de remoção por interesse público não representa um ato de hostilidade à operação Lava Jato, mas sim uma medida que busca atender ao interesse público e conferir credibilidade à persecução penal conduzida pela força-tarefa", diz a representação. A apuração é do jornal Folha de S.Paulo.
Por decisão do ministro Alexandre de Moraes, o Supremo barrou a tentativa da força-tarefa de criar um fundo para custear ações de com dinheiro de multa paga pela Petrobras.
Na ocasião, o ministro afirmou que os integrantes da força-tarefa da Lava Jato "exorbitaram das atribuições que a Constituição Federal delimitou para os membros do Ministério Público" e salientou que as funções da Procuradoria da República "certamente não alcançam a fixação sobre destinação de receita pública, a encargo do Congresso Nacional".
 
Comentários CORRIGIR TEXTO