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Pesquisa

- Publicada em 03h06min, 26/09/2019. Atualizada em 03h00min, 26/09/2019.

Aprovação de Bolsonaro tem pior patamar, diz Ibope

A aprovação dos brasileiros ao governo de Jair Bolsonaro (PSL) oscilou negativamente e se manteve no pior patamar desde o início do mandato. A nova pesquisa Ibope, divulgada nesta quarta-feira e realizada entre os dias 19 e 22 de setembro, ouviu 2.000 pessoas em 126 municípios e foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A aprovação dos brasileiros ao governo de Jair Bolsonaro (PSL) oscilou negativamente e se manteve no pior patamar desde o início do mandato. A nova pesquisa Ibope, divulgada nesta quarta-feira e realizada entre os dias 19 e 22 de setembro, ouviu 2.000 pessoas em 126 municípios e foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa mostra que 31% dos brasileiros avaliam o governo como ótimo ou bom, enquanto 34% o veem como ruim ou péssimo.
O índice de aprovação, numericamente, é o mais baixo do mandato de Jair Bolsonaro como presidente, levando em consideração todos os levantamentos mensais de 2019 - não houve pesquisa em maio, julho e agosto.
Em comparação com a última pesquisa CNI/Ibope, realizada em junho, o índice de ótimo/bom oscilou negativamente um ponto percentual, dentro da margem de erro: de 32% para 31%. Já os números de ruim/péssimo variaram dois pontos: de 32% para 34%. A confiança da população em Bolsonaro foi de 46% para 42%, e a porcentagem dos que não confiam foi de 51% para 55%. A pesquisa indica que 44% dos brasileiros aprovam a maneira de governar do presidente, número que oscilou negativamente dois pontos percentuais desde junho; enquanto isso, 50% não aprovam. Os outros 6% não souberam ou não quiseram responder.
As perspectivas para o restante do governo Bolsonaro também oscilaram: agora, 37% fazem avaliação ótima ou boa para o futuro (em junho, o índice era de 39%). Ao mesmo tempo, 31% veem possibilidades ruins ou péssimas para os próximos anos, o que representa uma variação de dois pontos percentuais em comparação com a última pesquisa. A avaliação regular se manteve estável em 27%.
 
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