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Porto Alegre, quinta-feira, 25 de julho de 2019.
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Política

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operação lava jato

Edição impressa de 25/07/2019. Alterada em 25/07 às 03h00min

PF tem indício de que Guedes foi alvo de mesmo grupo que invadiu celular de Moro

A Polícia Federal (PF) identificou indício de que o mesmo grupo suspeito de hackear autoridades, entre elas o ministro da Justiça, Sérgio Moro, também teve como alvo o ministro da Economia, Paulo Guedes.
A Polícia Federal (PF) identificou indício de que o mesmo grupo suspeito de hackear autoridades, entre elas o ministro da Justiça, Sérgio Moro, também teve como alvo o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Em uma apresentação das linhas gerais do caso à imprensa ontem, o diretor Instituto Nacional de Criminalística, o perito criminal Luiz Spricigo Jr., disse que nos equipamentos apreendidos durante a Operação Spoofing foi encontrada uma pasta de arquivos virtuais com o nome do ministro.
"Foi divulgado que o ministro Guedes havia sido 'hackeado' e numa apreensão estava uma conta no aplicativo de mensagens vinculada ao nome de Paulo Guedes", disse Spricigo. Ele afirmou que a investigação precisa ainda avançar sobre esse ponto, mas "é um forte indicativo".
Foram presos nesta terça-feira (23), na Operação Spoofing, Gustavo Henrique Elias Santos, Suelen Priscila de Oliveira, Danilo Cristiano Marques e Walter Delgatti Neto. A Polícia Federal estima que cerca de mil números telefônicos foram alvo dos quatro suspeitos presos.
O coordenador-geral de Inteligência da PF, João Vianey Xavier Filho, afirmou que há a possibilidade de que haja "um número muito grande de vítimas desse mesmo tipo de ataque".
A operação deflagrada, nesta terça-feira (23), foi batizada de Spoofing, termo que, segundo a PF, designa "um tipo de falsificação tecnológica que procura enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é".
A reportagem apurou que a PF chegou aos suspeitos por meio da perícia criminal federal, que conseguiu rastrear os sinais do ataque aos telefones. Para investigadores, o grau de capacidade técnica dos hackers não era alto.
 
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