Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 16 de julho de 2019.
Dia do Comerciante .

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

congresso nacional

Edição impressa de 16/07/2019. Alterada em 16/07 às 03h28min

Presidente da CCJ do Senado critica indicação de Eduardo

Segundo Simone Tebet, nome 
do deputado pode ser rejeitado

Segundo Simone Tebet, nome do deputado pode ser rejeitado


/JEFFERSON RUDY/AGÊNCIA SENADO/DIVULGAÇÃO/JC
A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), afirmou, nesta segunda-feira, que a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada brasileira em Washington foi "o maior erro" do presidente Jair Bolsonaro (PSL) até o momento.
A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), afirmou, nesta segunda-feira, que a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada brasileira em Washington foi "o maior erro" do presidente Jair Bolsonaro (PSL) até o momento.
Para a senadora, o nome do parlamentar pode ser derrotado na Casa, expondo uma fragilidade do governo em votações. "Talvez tenha sido o maior erro do presidente até agora. Até porque envolve o próprio filho", afirmou nesta segunda a senadora.
Para Tebet, o presidente deveria ter avaliado qual era "o sentimento do Senado" antes de indicar no nome do filho para o cargo. "Acho que ele corre sérios riscos de mandar (a indicação de Eduardo Bolsonaro para ser o embaixador brasileiro nos Estados Unidos) para o Senado e ser derrotado. A votação é secreta. Não tem precedentes no mundo, em países democráticos".
O nome de Eduardo deve enfrentar resistência para assumir a embaixada caso sua indicação seja confirmada pelo pai. Dos atuais 17 integrantes da Comissão de Relações Exteriores do Senado - responsável por analisar o nome -, seis disseram ao Estado ser contrários, outros sete afirmaram ser favoráveis, três preferiram não comentar e apenas um não se manifestou.
Para ser embaixador, o nome de Eduardo Bolsonaro deverá passar por uma sabatina na Comissão de Relações Exteriores e, em seguida, ser submetido a uma votação secreta. Depois, o nome vai ao plenário do Senado que tem que dizer se aceita a indicação do presidente.
Em evento na Câmara nesta segunda-feira, Bolsonaro disse que se Eduardo está sendo criticado, "é sinal de que é a decisão adequada", afirmou.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia