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Porto Alegre, sexta-feira, 12 de julho de 2019.
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Jornal do Comércio

Política

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reforma da previdência

12/07/2019 - 15h28min. Alterada em 12/07 às 15h29min

Onyx: vamos tentar votar 2º turno da reforma nesta sexta, mas estamos dialogando

Onyx Lorenzoni voltou a dizer que a base governista tentará avançar ao longo do dia

Onyx Lorenzoni voltou a dizer que a base governista tentará avançar ao longo do dia


CLAITON DORNELLES /JC
Estadão Conteúdo
O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que se licenciou do cargo e retomou o mandato na Câmara para votar a reforma da Previdência, afirmou nesta sexta-feira (12) que a expectativa do governo e dos parlamentares é concluir a votação do primeiro turno da proposta ainda hoje com a votação dos oito destaques que ainda faltam ser analisados. Ele disse, no entanto, que se a conclusão da análise da proposta ficar para a primeira semana de agosto, não alteraria muito o calendário estabelecido pelo governo.
O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que se licenciou do cargo e retomou o mandato na Câmara para votar a reforma da Previdência, afirmou nesta sexta-feira (12) que a expectativa do governo e dos parlamentares é concluir a votação do primeiro turno da proposta ainda hoje com a votação dos oito destaques que ainda faltam ser analisados. Ele disse, no entanto, que se a conclusão da análise da proposta ficar para a primeira semana de agosto, não alteraria muito o calendário estabelecido pelo governo.
"Nosso planejamento é votar o segundo turno da PEC no Senado na semana posterior ao dia da Pátria, entre 9 e 15 (de setembro). Na eventualidade da votação da Câmara ir para agosto, sendo na primeira semana, não altera muito esse calendário", avaliou.
De acordo com Onyx, a demora em se atingir um quórum alto na sessão desta sexta, para garantir as deliberações, se deu porque a sessão de quinta-feira (11) só acabou na madrugada de hoje. Ele voltou a dizer que a base governista tentará avançar ao longo do dia para conseguir chegar até a votação do segundo turno.
Antes disso, porém, a Casa precisa analisar oito destaques e a comissão especial também terá que votar as alterações feitas em plenário. "Até agora, conseguimos manter a potência fiscal praticamente acima dos R$ 900 bilhões, o que é muito importante na visão do governo", disse.
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