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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de julho de 2019.

Jornal do Comércio

Política

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Reforma da Previdência

Alterada em 11/07 às 16h38min

Câmara ainda não tem quórum 'seguro' para votar destaques da Previdência

Texto-base da reforma foi aprovado na última quarta (10) por 379 votos a 131

Texto-base da reforma foi aprovado na última quarta (10) por 379 votos a 131


Najara Araújo/Câmara dos Deputados/Divulgação/JC
Estadão Conteúdo
Apesar das repetidas falas do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e de lideranças da base sobre a disposição em se votar ainda nesta quinta-feira (11), todos os 17 destaques que restam à reforma da Previdência, o plenário da Casa ainda não alcançou o quórum considerado seguro pelo governo para manter a salvo o texto aprovado ontem em primeiro turno.
Apesar das repetidas falas do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e de lideranças da base sobre a disposição em se votar ainda nesta quinta-feira (11), todos os 17 destaques que restam à reforma da Previdência, o plenário da Casa ainda não alcançou o quórum considerado seguro pelo governo para manter a salvo o texto aprovado ontem em primeiro turno.
Desde o começo da semana, Maia definiu o quórum de 490 deputados como um número mágico para iniciar votações nas quais o governo precisará de 308 votos para evitar que um destaque desfigure o texto principal. Às 15h30, no entanto, havia apenas 440 parlamentares na Casa, e 403 deles tinham marcado presença no plenário.
Mais cedo, ao chegar à Câmara, Maia disse estar seguro de que teria mais de 500 deputados na sessão desta quinta, que ainda não tem hora para ser reaberta. Na quarta, o texto-base da reforma foi aprovado por 379 votos a 131.
O governo e líderes da base ainda trabalham para a retirada de parte dos 17 destaques que ainda restam a ser votados. Quanto mais itens houver nessa lista, mais longo será o processo de votação, o que pode inclusive prejudicar os planos do presidente da Câmara em votar o texto-base em segundo turno nesta sexta-feira (12). O receio é de que muitos parlamentares governistas retornem às suas bases na sexta, esvaziando ainda mais o quórum no plenário.
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