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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de julho de 2019.

Jornal do Comércio

Política

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Governo Federal

11/07/2019 - 14h33min. Alterada em 11/07 às 14h33min

'Coisas absurdas têm acontecido dado a autonomia das universidades', diz Bolsonaro

Bolsonaro afirmou que tem evitado nomear reitores que tenham relação com partidos de esquerda

Bolsonaro afirmou que tem evitado nomear reitores que tenham relação com partidos de esquerda


EVARISTO SA/AFP/JC
Folhapress
O presidente Jair Bolsonaro criticou nesta quinta-feira (11) a autonomia das universidades federais e disse que tem evitado nomear reitores que tenham relação com partidos de esquerda.
O presidente Jair Bolsonaro criticou nesta quinta-feira (11) a autonomia das universidades federais e disse que tem evitado nomear reitores que tenham relação com partidos de esquerda.
Em café da manhã com a bancada evangélica, no Palácio do Planalto, ele afirmou que "coisas absurdas" têm ocorrido nos campi universitários, que viraram, segundo ele, "terras deles".
A autonomia das universidades é garantida pela Constituição Federal. Nos últimos meses, o governo federal reteve a nomeação de reitores, escolhidos em listas tríplices. A motivação teria sido política.
"Coisas absurdas têm acontecido dado a autonomia das universidades", disse. "Ali virou terras deles, eles que mandam", acrescentou.
O presidente disse ainda que, em algumas listas tríplices, há nomes do PT, do PCdoB e do PSOL e, segundo ele, "não tem como fugir".
"Éd o PT, do PCdoB ou do PSOL. Agora, o que puder fugir, logicamente pode ter um voto só na eleição, mas estamos optando por essa questão", disse.
Durante o encontro, o presidente ouviu uma crítica de um integrante da bancada evangélica à Unilab (Universidade da Integração da Lusofonia Afro-Brasileira).
A instituição de ensino lançou na terça-feira (9) um vestibular específico para candidatos transgêneros e intersexuais em unidades no Ceará e na Bahia.
O Ministério da Educação já deu sinais de que pode não seguir a nomeação do primeiro da lista tríplice formada pelas instituições em consultas internas.
O governo tem a atribuição legal de oficializar qualquer nome da lista, embora seja tradicional a indicação do primeiro colocado, como forma de respeitar a autonomia das universidades.
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