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Porto Alegre, terça-feira, 09 de julho de 2019.
Feriado em São Paulo - Revolução Constitucionalista.

Jornal do Comércio

Política

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Reforma da Previdência

09/07/2019 - 13h17min. Alterada em 09/07 às 13h24min

Líder da oposição avalia que governo não tem votos para aprovar Previdência

Molon afirmou que os partidos contrários à reforma da Previdência avaliam que governo não tem votos

Molon afirmou que os partidos contrários à reforma da Previdência avaliam que governo não tem votos


PABLO VALADARES/CÂMARA DOS DEPUTADOS/JC
Estadão Conteúdo
O líder da oposição, Alessandro Molon (PSB-RJ), afirmou nesta terça-feira (9) que os partidos contrários à reforma da Previdência avaliam que o governo não tem os votos necessários para aprovar a proposta. Por isso, uma das estratégias do grupo poderá ser forçar o início da votação ainda nesta terça para testar o apoio que o texto tem.
O líder da oposição, Alessandro Molon (PSB-RJ), afirmou nesta terça-feira (9) que os partidos contrários à reforma da Previdência avaliam que o governo não tem os votos necessários para aprovar a proposta. Por isso, uma das estratégias do grupo poderá ser forçar o início da votação ainda nesta terça para testar o apoio que o texto tem.
Molon contou que, durante a reunião de líderes, o governo propôs que a oposição retirasse os seus requerimentos para que nesta terça a sessão fosse destinada a debates sobre a reforma, mas o grupo não aceitou. A oposição fará uma nova reunião para definir sua estratégia.
"O que percebemos claramente é que o governo não tem os votos para aprovar a matéria e, por isso, o próprio governo propõe jogar a votação para quarta ou para a noite desta terça. Talvez acredite ainda na liberação de emendas para tentar chegar aos 308 votos, um expediente que já deveria ter sido extinto no Brasil, e pelo visto ainda não liberou todas as emendas", disse.
Segundo Molon, a avaliação da oposição é de que o governo está blefando e, se esse sentimento persistir, o grupo poderá desistir da obstrução e liberar o plenário para votar a proposta. "Daí vamos ver se o governo vai votar ou vai pedir o adiamento", afirmou.
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