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Porto Alegre, terça-feira, 02 de julho de 2019.
Dia do Bombeiro Brasileiro.

Jornal do Comércio

Política

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Operação Lava Jato

02/07/2019 - 17h08min. Alterada em 02/07 às 17h09min

Câmara quer ouvir Dallagnol depois de Moro

Coordenador da força-tarefa da Lava Jato foi convidado para responder a questionamentos na Câmara

Coordenador da força-tarefa da Lava Jato foi convidado para responder a questionamentos na Câmara


EVARISTO SA/AFP/JC
Estadão Conteúdo
O procurador da República Deltan Dallagnol, chefe da Força-Tarefa da Operação Lava Jato no Paraná, foi convidado para responder a questionamentos na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados e ainda não deu resposta, segundo o deputado Helder Salomão (PT-ES), que preside a comissão.
O procurador da República Deltan Dallagnol, chefe da Força-Tarefa da Operação Lava Jato no Paraná, foi convidado para responder a questionamentos na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados e ainda não deu resposta, segundo o deputado Helder Salomão (PT-ES), que preside a comissão.
Salomão citou o convite a Dallagnol durante sua fala na audiência na Câmara dos Deputados com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, iniciada por volta das 14h desta terça-feira, 2 de julho.
Assim como a Moro, a comissão quer ouvir a Dallagnol para que preste explicações sobre as frases atribuídas a eles obtidas e divulgadas pelo site The Intercept Brasil. O diretor do site, Glenn Greenwald, também foi chamado e já foi ouvido na semana passada, ao longo de seis horas.
As supostas conversas divulgadas pelo site The Intercept Brasil teriam acontecido quando Moro ainda atuava como juiz federal em Curitiba. Por causa delas, Moro tem sido alvo de críticas por sua conduta na Operação Lava Jato. No mês passado, ele prestou esclarecimentos sobre o caso no Senado.
Na sessão, em sua primeira fala, livre, por cerca de 17 minutos, Moro afirmou não reconhecer a autenticidade das mensagens e disse ter sido vítima de um crime praticado por hackers. O ex-juiz da Lava Jato disse também que, nas mensagens atribuídas a ele pela reportagem, há "coisas absolutamente triviais dentro do cenário jurídico".
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