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Porto Alegre, quarta-feira, 19 de junho de 2019.
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Jornal do Comércio

Política

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Operação Lava Jato

Alterada em 19/06 às 11h41min

Moro diz que não há problema em enviar mensagem dizendo que confiava em ministro do STF

Ministro negou ter atuado por questões ideológicas ou políticas durante a Operação Lava Jato

Ministro negou ter atuado por questões ideológicas ou políticas durante a Operação Lava Jato


PEDRO FRANÇA/AGÊNCIA SENADO/JC
Estadão Conteúdo
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou que pode ter enviado uma mensagem manifestando confiança em um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), mas que não vê nenhum problema nisso. Durante audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta quarta-feira (19), ele foi questionado sobre a frase "In Fux, we trust", supostamente enviada ao procurador Deltan Dallagnol em referência ao ministro do STF Luiz Fux.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou que pode ter enviado uma mensagem manifestando confiança em um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), mas que não vê nenhum problema nisso. Durante audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta quarta-feira (19), ele foi questionado sobre a frase "In Fux, we trust", supostamente enviada ao procurador Deltan Dallagnol em referência ao ministro do STF Luiz Fux.
"Eu posso ter mandado, qual é o problema de ter mandado uma mensagem assim?", declarou Moro, pontuando que confiava no Supremo e que houve um "absoluto sensacionalismo" na divulgação da conversa. Ele negou ter atuado por questões ideológicas ou políticas durante a Operação Lava Jato. O fato de ter condenado políticos, afirmou, "trouxe dissabores, peso".
Moro repetiu que não sentiu nenhuma satisfação pessoal ao decretar e condenar, por exemplo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ).
"Se as mensagens que eu eventualmente troquei forem divulgadas sem adulteração, tenho convicção da correção de todos os meus atos como juiz e todas as minhas comunicações com procuradores, advogados, policiais", declarou o ministro.
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