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Porto Alegre, segunda-feira, 10 de junho de 2019.
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Jornal do Comércio

Política

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Operação Lava Jato

10/06/2019 - 13h16min. Alterada em 10/06 às 13h21min

Mourão não vê ''nada de mais'' em conversas entre Moro e procuradores

De acordo com Mourão, as conversas foram divulgadas fora do seu contexto original

De acordo com Mourão, as conversas foram divulgadas fora do seu contexto original


SÉRGIO LIMA/AFP/JC
Agência Brasil
O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta segunda-feira (10) que não vê “nada de mais” nas conversas atribuídas ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, quando atuava como juiz federal, e a membros da força-tarefa da Operação Lava Jato, divulgadas neste domingo (9), pelo site de notícias The Intercept Brasil. Para o Mourão, os processos da Lava Jato não devem ser questionados, pois “todos eles passaram por primeira, segunda e outros já chegaram na terceira instância”, disse.
De acordo com Mourão, as conversas foram divulgadas fora do seu contexto original. “Conversa privada é conversa privada e descontextualizada ela traz qualquer número de ilações. O ministro Moro é um cara da mais ilibada confiança do presidente [Jair Bolsonaro] e é uma pessoa que, dentro do país, tem o respeito de enorme parte da população, visto as pesquisas de opinião que dão a popularidade dele”, disse.
Segundo a equipe do Intercept, as mensagens trocadas por meio de um aplicativo de conversas por celular foram entregues por uma fonte que pediu sigilo e apontam para uma “colaboração proibida” entre o então juiz federal responsável por julgar a Lava Jato, em Curitiba, e os procuradores, a quem cabe acusar os suspeitos de integrar o esquema de corrupção.
Em texto que acompanha a publicação das três reportagens divulgadas ontem, o Intercept Brasil sustenta que o teor das mensagens indica “comportamentos antiéticos e transgressões que o Brasil e o mundo têm o direito de conhecer.” Segundo o site, são “discussões internas e atitudes altamente controversas, politizadas e legalmente duvidosas da força-tarefa da Lava Jato.”
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