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Política

- Publicada em 07 de Junho de 2019 às 03:00

Colunista do JC recebe comenda do Ministério Público de Contas

Fernando Albrecht (e) foi agraciado pelo procurador-geral Da Camino

Fernando Albrecht (e) foi agraciado pelo procurador-geral Da Camino


/MARCO QUINTANA/JC
O Ministério Público (MP) de Contas do Rio Grande do Sul homenageou nesta, quinta-feira, 13 jornalistas que atuam no Estado com a Comenda Ministro Guilhermino Cesar pela Liberdade de Expressão. Colunista do Jornal do Comércio, Fernando Albrecht foi um dos agraciados. Há 23 anos, o jornalista é o titular da página 3. A honraria foi entregue em cerimônia na sede do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O evento contou com as presenças do procurador-geral do  MP de Contas, Geraldo Da Camino, e do 2º vice-presidente do TCE, Cezar Miola.
O Ministério Público (MP) de Contas do Rio Grande do Sul homenageou nesta, quinta-feira, 13 jornalistas que atuam no Estado com a Comenda Ministro Guilhermino Cesar pela Liberdade de Expressão. Colunista do Jornal do Comércio, Fernando Albrecht foi um dos agraciados. Há 23 anos, o jornalista é o titular da página 3. A honraria foi entregue em cerimônia na sede do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O evento contou com as presenças do procurador-geral do  MP de Contas, Geraldo Da Camino, e do 2º vice-presidente do TCE, Cezar Miola.
Guilhermino Cesar da Silva foi jornalista, escritor, crítico, literário, agente público, professor e historiador brasileiro. Fez parte da geração modernista de Minas Gerais, divulgando seus princípios em artigos, poemas e ensaios publicados em jornais e revistas, e ao mesmo tempo ocupou várias funções públicas como administrador e professor.
Na década de 1940 mudou-se para o Rio Grande do Sul, chamado para assumir a chefia do gabinete do interventor federal no Estado, o general Ernesto Dornelles. Sucessivamente ocupou as funções de ministro do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (1945 a 1964), correspondente ao atual cargo de conselheiro, sendo presidente da corte nos anos de 1952 e 1953, presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, secretário de Estado da Fazenda, e professor de Literatura Brasileira, História do Brasil e Estética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
 
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