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Porto Alegre, sexta-feira, 28 de dezembro de 2018.
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Jornal do Comércio

Política

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Transição no Piratini

Edição impressa de 28/12/2018. Alterada em 28/12 às 00h18min

Leite já tem 33 deputados na base aliada do governo

Base aliada do tucano tem votos suficientes para aprovar propostas de emenda à Constituição

Base aliada do tucano tem votos suficientes para aprovar propostas de emenda à Constituição


ANTONIO PAZ/ARQUIVO/JC
Marcus Meneghetti
O governador eleito, Eduardo Leite (PSDB), já conta com 33 deputados estaduais na sua base aliada. O número já é suficiente para aprovar Propostas de Emenda à Constituição (PECs), diferentemente de outras matérias, que necessitam apenas maioria simples (28 dos 55 votos). Leite deve testar a fidelidade dos seus apoiadores no dia 2 de janeiro, para quando convocou uma sessão extraordinária na Assembleia Legislativa, para votar o projeto de reforma administrativa da sua gestão.
Ao todo, 10 partidos com representação na nova legislatura estadual vão dar suporte ao governo tucano. As siglas que o apoiaram desde o primeiro turno das eleições somam 18 assentos no Parlamento: PP tem seis cadeiras; PTB, cinco; PSDB (partido do governador eleito), quatro; PRB, duas; e PPS, uma. O PHS e a Rede, que também compunham a chapa, não elegeram ninguém. 
No segundo turno do pleito, a maioria dos partidos apoiou o adversário de Leite, o governador José Ivo Sartori (MDB). Entre as legendas que se alinharam ao projeto do tucano, estavam o Pode (elegeu um deputado estadual) e o SD (também um deputado).
Depois que Leite derrotou Sartori, três partidos decidiram aderir ao governo eleito: PR (dois parlamentares), PSB (três) e o próprio MDB (oito). Leite convidou essas siglas, logo após o pleito, a participarem da administração. Algumas, inclusive, já têm espaços definidos na gestão: Catarina Paladini (filiado recentemente ao PR) vai assumir a pasta de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos; Leany Lemos (PSB), do Planejamento; e Juvir Costella (MDB), dos Transportes.
Leite também fez o convite para o PSL e DEM entrarem no governo. O partido do presidente eleito Jair Bolsonaro estreia na Assembleia com uma bancada de quatro deputados; o DEM, partido do futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, elegeu dois deputados. Os dois partidos devem atuar em bloco na Assembleia, da mesma forma que devem decidir juntos sobre a entrada no governo tucano. Aliás, tanto os parlamentares do DEM quanto os do PSL mencionam que devem consultar Onyx antes da decisão.
Na avaliação do deputado estadual eleito Thiago Duarte (DEM), a tendência é que as duas siglas permaneçam independentes no Parlamento. "A princípio, vamos atuar com independência. Nesse momento, vejo com dificuldade a possibilidade de fazer parte do futuro governo estadual. Mas nós, os deputados do Democratas e do PSL, as bancadas que representam o governo do presidente Bolsonaro no Estado, ainda vamos nos reunir para discutir isso", projetou. 
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