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Porto Alegre, quarta-feira, 19 de dezembro de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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Transição no Piratini

Edição impressa de 19/12/2018. Alterada em 18/12 às 22h27min

Com apoio do PSB, base de Leite tem 32 deputados

Partido também tem interesse na direção da Emater, afirma Stédile

Partido também tem interesse na direção da Emater, afirma Stédile


CLAITON DORNELLES /JC
Bruna Suptitz
A base aliada do futuro governador Eduardo Leite (PSDB) na Assembleia Legislativa contará com os três deputados do PSB, que aprovou ontem o ingresso do partido no governo tucano. A decisão, somada ao apoio do MDB definido na segunda-feira e dos partidos coligados em primeiro e segundo turnos, dará a Leite uma base formada por 32 parlamentares. O número ultrapassa a chamada maioria qualificada - 28 votos -, necessária para aprovação de leis complementares, e fica a um deputado do necessário para aprovar emendas à constituição - 33 votos.
A participação do PSB no governo tucano contará com a contrapartida de pelo menos uma secretaria. O presidente estadual da sigla e deputado federal reeleito José Stédile, explica que, quando fez o convite à legenda, Leite perguntou qual participação o partido esperava ter na gestão. "Solicitamos espaço no núcleo de decisão do governo, para que pudéssemos participar do que está sendo debatido", disse.
O PSB participou dos quatro anos da gestão de José Ivo Sartori (MDB), apoiando a tentativa de reeleição do atual governador. Hoje,a legenda é titular na Secretaria de Obras, com Rogério Salazar, e indicou Stédile para o ocupar o cargo no futuro governo. "Leite fez a proposta e aguardava uma resposta. Confirmamos (a participação no governo) e indicamos o nome", pontuou Stédile.
Se confirmado, será o terceiro cargo do primeiro escalão de Leite vindo de partidos aliados - o governo já conta com Otomar Vivian (PP) na Casa Civil e Artur Lemos (PSDB) na Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura. Segundo Stédile, o PSB também tem interesse em participar da direção da Emater, "por termos relação forte com a agricultura familiar", possibilidade apresenta por Leite.
O presidente do PSB explica ainda que a falta de apoio na votação do projeto que manteve por mais dois anos o aumento das alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) - Elton Weber votou contra e Liziane Bayer não compareceu à sessão - já era de conhecimento de Leite. Em 2015, quando a proposta foi votada pela primeira vez, os parlamentares assinaram um documento se comprometendo em não aprovar nova majoração. "Foram leais ao que assinaram, assim como serão ao governo", finalizou Stédile.
 
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