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Porto Alegre, terça-feira, 04 de dezembro de 2018.
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Jornal do Comércio

Política

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Partidos

Edição impressa de 04/12/2018. Alterada em 04/12 às 01h00min

PCdoB e PPL aprovam fusão

O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e o Partido Pátria Livre (PPL) aprovaram neste domingo, em um congresso conjunto em São Paulo, a fusão entre as duas siglas. As lideranças presentes no evento entenderam que a união das legendas vai fortalecer "a resistência democrática e a oposição ao governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL)".

A união pode ser decisiva na sobrevivência das duas siglas, afinal, a distribuição do fundo partidário é proporcional à representação dos partidos na Câmara dos Deputados. Na atual legislatura, o PPL tem apenas um deputado federal. A bancada do PCdoB possui 12. Para a próxima legislatura, o PPL mantém um parlamentar, e o PCdoB conquistou nove assentos.

Os dois partidos tiveram candidatos em chapas ao Palácio do Planalto, que fizeram oposição a Bolsonaro desde a campanha. Manuela d'Ávila (PCdoB) foi candidata a vice-presidência, ao lado do segundo colocado na eleição presidencial, Fernando Haddad (PT). O PPL lançou João Vicente Goulart, filho do ex-presidente João Goulart, ao Palácio do Planalto. 

No ato que formalizou a incorporação, na sede do Sindicato dos Eletricitários, em São Paulo, os representantes dos dois partidos concordaram que 40 lideranças vão compor a direção nacional comunista. Por isso, o PCdoB indicou 130 nomes para o diretório nacional; o PPL, 40. A escolha deve acontecer em um congresso extraordinário marcado para 17 de março do ano próximo.

As presidências das duas siglas, nos seus pronunciamentos, destacaram o alto nível das conversações que atravessaram o mês de novembro, empreendidas por uma Comissão de Enlace formada por 12 membros: Luciana Santos, Walter Sorrentino, Ricardo Abreu Alemão, Fábio Tokarski, Neide Freitas e Adalberto Monteiro, pelo PCdoB; e Sérgio Rubens, Márcio Cabreira, Miguel Manso, Carlos Luz, Uldorico Pinto e João Goulart Filho, pelo PPL.

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