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Jornal do Comércio

Política

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Transição no Piratini

Edição impressa de 19/11/2018. Alterada em 19/11 às 01h00min

Depois de se aliar a Leite, PR articula votação do ICMS

Bruna Suptitz
Faltando pouco mais de um mês para assumir o governo do Estado, Eduardo Leite (PSDB) segue dialogando com partidos que não compuseram a coligação no primeiro e segundo turno das eleições, com vistas a formar maioria na Assembleia Legislativa. Os encontros, embora constem na agenda do futuro governador - que hoje se reúne com partidos que não estiveram coligados -, só se tornam públicos quando divulgados pelos partidos que participam dos encontros com o tucano.
Em meio ao feriado da semana passada, um encontro com o presidente estadual do PR, deputado federal Giovani Cherini, consolidou o ingresso da sigla na futura base do governo Leite. O partido conta hoje com duas cadeiras no parlamento gaúcho, que se manterão na próxima legislatura - porém com outros integrantes.
O futuro governador deve definir, em conversa com os demais aliados e com a equipe de transição como se dará a participação do PR no governo, e um novo encontro entre os dois está previsto para essa semana.
"Não fizemos exigência, pois somos parceiros de terceiro turno", explicou Cherini. Mas, antes mesmo do início da gestão de Leite, uma votação deve marcar o apoio que o partido dará a partir de janeiro de 2019: a proposta de manutenção do aumento das alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) por dois anos.
A matéria foi enviada para a Assembleia em regime de urgência pelo atual governador José Ivo Sartori (MDB), a pedido de Leite, e tranca a pauta de votação a partir da segunda semana de dezembro.
Segundo Cherini, um dos votos já está definido a favor da proposta - do deputado Missionário Volnei. Já o deputado Bombeiro Bianchini ainda não fechou questão, e Cherini diz que pedirá que ele também vote a favor, "pela governabilidade, se não o governador não consegue administrar o Estado".
Também durante o feriado, Leite se reuniu com o presidente estadual do PSB, deputado federal José Stédile, partido atualmente na base do governador Sartori e que tem três assentos no parlamento, quantidade que se mantêm para o próximo mandato. O diretório do PSB define em reunião no dia 1 de dezembro como se posicionará, na Assembleia, em relação ao governo de Eduardo Leite.
 
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