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Porto Alegre, domingo, 07 de outubro de 2018.
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Jornal do Comércio

Política

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Eleições 2018

07/10/2018 - 12h11min. Alterada em 07/10 às 12h12min

Eduardo Leite minimiza liderança nas pesquisas ao governo gaúcho

Tucano acompanhou voto do vice, Ranolfo, e adiantou que irá se posicionar sobre o segundo turno nacional

Tucano acompanhou voto do vice, Ranolfo, e adiantou que irá se posicionar sobre o segundo turno nacional


CLAITON DORNELLES /JC
Bruna Suptitz
Líder nas pesquisas de intenção de voto para o governo do Rio Grande do Sul, o candidato Eduardo Leite (PSDB) evitou falar em vitória ou ida ao segundo turno nas entrevistas que concedeu à imprensa na manhã deste domingo (7), dia do primeiro turno das eleições 2018. "Se pesquisa resolvesse tudo, não faríamos eleição. Não é assim. A manifestação virá nas urnas", declarou. Ainda assim, se diz confiante "não só pelo resultado que as pesquisas apresentam, mas pelo sentimento que se expressa nas ruas".
O dia de Leite começou com um café da manhã na casa do candidato a vice na chapa, Delegado Ranolfo (PTB), em Esteio, acompanhando de correligionários e da candidata a vice na chapa do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), a senadora gaúcha Ana Amélia Lemos (PP). Em um momento de descontração, citou que Ranolfo mora na "Rua Pelotas", fazendo conexão com sua cidade de origem na zona sul do Estado. "Uma coligação muito apropriada para nós", observou.
Na sequência, logo depois das 8 horas da manhã, acompanhou a votação do candidato a vice. Após roteiro de entrevistas a rádios em Porto Alegre, o tucano segue a Pelotas, junto com Ranolfo onde votará no início da tarde. De lá acompanha, na casa dos pais, a apuração do resultado, a partir das 17h. A previsão é de que retorne a Porto Alegre à noite, para conceder entrevista coletiva à imprensa.
Assim como a Ana Amélia, Leite considerou a possibilidade de Alckmin não chegar a avançar na disputa nacional. "Torço para que o nosso candidato esteja no segundo turno. Se não estiver, vamos trabalhar com o mesmo foco, e claro, nos posicionando com as candidaturas que estiverem postas", declarou, sem citar que candidato deve apoiar. Contudo, criticou a postura do PT e atribuiu à sigla responsabilidade pela polarização política no Brasil.
"O País já tem divisão profunda, fruto de uma política de 'nós contra eles' estabelecida especialmente pelo Partido dos Trabalhadores (PT), que gerou essa divisão e que agora surge uma revanche daqueles que se sentiram atacados e agredidos. Mas não acho que essa seja a melhor resposta", declarou. As pesquisas mostram Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) à frente nas pesquisas.
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