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Porto Alegre, quarta-feira, 05 de setembro de 2018.
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Jornal do Comércio

Política

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eleições 2018

Edição impressa de 05/09/2018. Alterada em 05/09 às 01h00min

Geraldo Alckmin afirma que aliança com Centrão é necessária

Tucano disse que pode cortar até dez dos 28 ministérios em atividade

Tucano disse que pode cortar até dez dos 28 ministérios em atividade


MIGUEL SCHINCARIOL/AFP/JC
Folhapress
O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, defendeu novamente a aliança com partidos do Centrão ontem, afirmando que eles são necessários para aprovar as reformas de que o Brasil precisa. Em entrevista à rádio CBN, o tucano disse ainda que pode cortar até dez dos 28 ministérios da Esplanada e se defendeu em relação às críticas de que o Estado de São Paulo, que governou nos últimos anos, perdeu a liderança do exame do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) nos três ciclos.
"A aliança (com o Centrão) é necessária. O Brasil não vai mudar no grito ou na bala, mas com reformas constitucionais, que precisam de três quintos do Congresso", disse Alckmin, fazendo referência à peça publicitária de sua coligação que mira o candidato Jair Bolsonaro (PSL), o principal adversário do PSDB no primeiro turno. O presidenciável reiterou ainda seu compromisso em aprovar as reformas política, tributária, previdenciária e do Estado e também em zerar o déficit primário do governo federal em até dois anos.
Questionado sobre se o tamanho da aliança pode influenciar no número de ministérios e se pretende reduzir as pastas do governo federal, Alckmin disse ser possível cortar até dez delas, mas ressaltou que a economia, neste caso, é "simbólica", e que as maiores virão de outras áreas, como custeio, além da revisão de subsídios e privatização de estatais.
Perguntado sobre como vai tratar as denúncias de corrupção em relação a possíveis futuros ministros, Alckmin disse que quem tiver denúncia "não vai nem entrar no governo". O ex-governador, no entanto, defendeu novamente seu ex-secretário dos Transportes, Laurence Casagrande Filho, que está preso preventivamente e é indiciado, junto com outras onze pessoas, por desvios de mais de R$ 600 milhões na obra do Rodoanel Norte.
O ex-governador, por outro lado, afirmou que não vai subir no palanque do senador Aécio Neves, que tenta se eleger deputado federal em Minas Gerais. "Não vou fazer campanha com Aécio, mas acho que (Antonio) Anastasia tem chance de ganhar no primeiro turno em Minas", desconversou.
 
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