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Porto Alegre, terça-feira, 14 de agosto de 2018.
Dia do Controle de Poluição Industrial.

Jornal do Comércio

Política

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Operação Lava Jato

Alterada em 14/08 às 15h03min

Lava Jato exige fiança de R$ 1,5 milhão de Vaccarezza em cinco dias

Parlamentar deixou a prisão em agosto do ano passado sem quitar o valor imposto a ele

Parlamentar deixou a prisão em agosto do ano passado sem quitar o valor imposto a ele


Zeca Ribeiro/CÂMARA DOS DEPUTADOS/JC
Estadão Conteúdo
A força-tarefa da Operação Lava Jato requereu ao juiz federal Sérgio Moro nesta segunda-feira (13) que mande o ex-deputado Cândido Vaccarezza (Avante-SP) pagar a fiança de R$ 1,5 milhão "no prazo improrrogável" de cinco dias "sob pena de cassação do benefício". O ex-líder dos Governos Lula e Dilma na Câmara deixou a prisão em agosto do ano passado sem quitar o valor imposto a ele no âmbito de uma investigação por supostas propinas de US$ 500 mil em contratos da Petrobras.
Em manifestação a Moro, também nesta segunda, o ex-deputado requereu ao magistrado que não o mande para prisão domiciliar, não imponha o uso da tornozeleira eletrônica e cesse a cobrança de fiança de R$ 1,5 milhão. A Procuradoria da República e Vaccarezza se manifestaram após Moro intimá-los sobre a lista criada pelo ex-deputado no WhatsApp para arrecadar valores para sua campanha a deputado federal mesmo devendo a fiança.
O posicionamento da Lava Jato apresentado nesta segunda a Moro reitera o pedido feito em março deste ano ao magistrado. Na ocasião, o Ministério Público Federal solicitou que o magistrado desse um prazo de cinco dias para que o deputado pagasse o montante. Caso não houvesse pagamento, pediu a Lava Jato, Vaccarezza deveria ser colocado em prisão domiciliar "considerando o estado de saúde do investigado".
O ex-deputado é investigado por supostas propinas de US$ 500 mil oriundas de contratos para o fornecimento de asfalto à Petrobras. Segundo a Lava Jato, o ex-deputado colocou "seu mandato eletivo à venda para intermediar contratos com a Petrobras ou com outras entidades da Administração Pública direta ou indireta".
Após cinco dias na cadeia, Vaccarezza foi solto por Moro, que considerou problemas de saúde alegados pelo ex-deputado e impôs medidas cautelares. Em 22 de agosto de 2017, Moro determinou seis cautelares, uma delas a fiança de R$ 1,5 milhão.
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