Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 10 de agosto de 2018.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

contas públicas

Edição impressa de 10/08/2018. Alterada em 10/08 às 01h00min

Texto deve ser analisado sem açodamento, afirma Eunício

Folhapress
Após o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovar reajuste salarial para os ministros da corte, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), disse, nesta quinta-feira, que a casa vai analisar a proposta sem pressa.
Nesta quarta-feira, o Supremo aprovou uma proposta orçamentária para 2019 que prevê reajuste de 16,38%, o que levará os salários dos ministros a R$ 39,3 mil. Para ser efetivado o aumento, o Senado precisa aprovar um projeto que tramita desde 2016.
"Vamos verificar, fazer um debate sobre isso sem açodamento", disse o presidente do Senado. Eunício não deu prazo para a análise da proposta e afirmou que isso pode ser feito antes ou depois das eleições de outubro.
O senador defendeu que entre em debate o fim dos chamados "penduricalhos" dos servidores, benefícios, como o auxílio-moradia, que são pagos além dos salários. "É preciso que a gente analise essa questão dos salários e que a gente tire inclusive outro tipo de penduricalho, como dizem na gíria", afirmou.
Eunício indicou, porém, que não entrará em confronto com o Judiciário e defendeu a harmonia entre os poderes.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia