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Porto Alegre, quarta-feira, 01 de agosto de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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Câmara de Porto Alegre

Edição impressa de 01/08/2018. Alterada em 01/08 às 01h00min

Com término do recesso, pacote volta ao plenário

Previdência complementar e atualização do IPTU serão os primeiros da ordem de pauta

Previdência complementar e atualização do IPTU serão os primeiros da ordem de pauta


FREDY VIEIRA/JC
Bruna Suptitz
A Câmara da Capital retoma hoje o trabalho após o recesso parlamentar em meio à greve do funcionalismo municipal e com a apreciação dos projetos remanescentes do pacote que o prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB) enviou ao Legislativo em regime de urgência. Entre os principais está o primeiro na ordem de votação, que cria a previdência complementar dos servidores, seguido pelo projeto que altera a planta de valores genéricos do Imposto sobre propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU).
Para a retomada dos trabalhos, o líder do governo na Câmara, Moisés Barbosa (PSDB), aposta na consciência dos colegas de Parlamento para que "tenham coerência com seus discursos", citando como exemplo o PT, que se declarou contra a criação da Previdência complementar no município de Porto Alegre. "Essa foi uma das maiores bandeiras do ex-presidente (Luiz Inácio) Lula (da Silva, PT). Se num futuro governo estiver o PT, vão apresentar e dizer que é uma maravilha", criticou.
Ainda assim, mais que a própria oposição, são a base e os vereadores considerados independentes que preocupam o governo. Às vésperas do recesso, o Executivo sofreu uma derrota com a rejeição ao projeto que diminuía o reajuste automático e extinguia os adicionais por tempo de serviço dos servidores municipais, que atingiu apenas seis dos 24 votos necessários para a aprovação - alguns vereadores não chegaram nem a registrar o voto.
"Acredito que, no maior bloco, dos independentes, existem vereadores que pensam no futuro da cidade. Nossa estratégia é chamar para que saibam que não é projeto de governo", declarou Barboza. Com os servidores em greve, a expectativa é que as galerias estejam lotadas de opositores das propostas do Executivo. "Não querem dar governabilidade ao governo, mas reclamam do buraco na rua, do pagamento do servidor", disse o vereador. "Gostaria muito que a sociedade estivesse na galeria, mas entendemos que a sociedade está trabalhando para gerar impostos para o pagamento dos servidores", criticou.
Ontem à noite, a prefeitura emitiu nota criticando a greve do funcionalismo: "O Simpa (Sindicato dos Municipários) mostrou ao Legislativo e à sociedade a face mais egoísta e radical de um sindicalismo ultrapassado. Por isso, o governo municipal só voltará a receber representantes do Simpa quando a greve for encerrada e o respeito, restaurado". Pela manhã, a categoria fez uma caminhada até o Paço Municipal, onde tentou audiência com o Executivo.
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