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Porto Alegre, sexta-feira, 20 de julho de 2018.
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Jornal do Comércio

Política

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Prefeitura de Porto Alegre

Edição impressa de 20/07/2018. Alterada em 19/07 às 22h47min

Pela primeira vez no ano, servidores municipais terão salário parcelado

Primeira parcela deve ser de R$ 5 mil, informou Busatto

Primeira parcela deve ser de R$ 5 mil, informou Busatto


MARCO QUINTANA/JC
Bruna Suptitz
Pelo primeiro mês neste ano e sétimo deste o início da gestão de Nelson Marchezan Júnior (PSDB), a prefeitura de Porto Alegre parcelará o salário dos servidores. A folha de julho, que deveria ser paga até 31 deste mês, será integralizada até o dia 10 de agosto, informou nesta quinta-feira o secretário municipal da Fazenda, Leonardo Busatto.
A previsão é que a primeira parcela, no dia 31, seja de R$ 5 mil por matrícula, o que contempla um pouco menos da metade das 31,5 mil matrículas da prefeitura. A justificativa é um déficit de previsto de R$ 40 milhões para fechar as contas do mês.
"O salário dos servidores foi a última despesa pública a atrasar. Quando chega no servidor, muitas coisas já atrasaram há muito tempo", declarou o secretário, completando que o principal corte foi na área de investimentos.
Citando o cenário de dificuldade financeira do município, já explorado pelo próprio titular da Fazenda e por outros integrantes do primeiro escalão do governo, ele apresentou um comparativo das despesas nos primeiros semestres dos últimos três anos.
Na rubrica "obras e reformas", que inclui, dentre outros, os serviços de tapa-buracos e a reforma em prédios públicos, como escolas, o investido entre janeiro e junho de 2018 foi de R$ 20,2 milhões, 80% a menos em relação ao mesmo período de 2016, quando o investimento foi de R$ 105,7 milhões (valor atualizado pelo IPCA no período).
Além disso, Busatto projetou que os parcelamentos devem se estender até a folha de novembro, paga entre o fim do mês e o início de dezembro. O pagamento do 13º salário também deverá ser parcelado, a exemplo do que aconteceu em 2017, em parcelas mensais durante o ano seguinte.
O secretário também falou sobre a rejeição dos vereadores ao projeto que previa alteração na carreira dos servidores, com o fim, por exemplo do pagamento de adicionais por tempo de serviço. "O benefício seria aos próprios servidores, que agora não receberiam parcelado", disse Busatto. Depois, contudo, explicou que o impacto dessa medida não teria impacto no caixa da prefeitura imediatamente.
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