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Porto Alegre, quarta-feira, 12 de janeiro de 2022.
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Opinião

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Editorial

- Publicada em 20h11min, 11/01/2022.

Geração de energia limpa e desenvolvimento

Recentemente, o Rio Grande do Sul voltou a entrar na rota de projetos voltados à geração de energia limpa e renovável. Ao longo do ano passado, noticiamos potenciais investimentos em parques eólicos que, se confirmados, tendem a aumentar significativamente a capacidade e o potencial de geração de energia, e consequentemente, o desenvolvimento econômico e sustentável do Estado.
Recentemente, o Rio Grande do Sul voltou a entrar na rota de projetos voltados à geração de energia limpa e renovável. Ao longo do ano passado, noticiamos potenciais investimentos em parques eólicos que, se confirmados, tendem a aumentar significativamente a capacidade e o potencial de geração de energia, e consequentemente, o desenvolvimento econômico e sustentável do Estado.
Na primeira semana de janeiro, o Executivo, inclusive, abriu consulta pública para debater a futura concessão de uso de áreas da Laguna dos Patos, voltada à construção de um parque eólico com implantação de aerogeradores de energia.
A expectativa é de que o edital seja publicado até fevereiro, com possibilidade de instalação de até 200 geradores de 15 MW cada, permitindo ampliar a potência eólica instalada no Estado, atualmente em cerca de 1,8 mil MW. 
Outra iniciativa envolve a região da Fronteira-Oeste, e pode beneficiar as cidades de Alegrete, Quaraí e Uruguaiana. O Complexo Eólico Três Divisas prevê a instalação de 180 aerogeradores, cada um com 4,5 MW de potência, que serão implantados em 18 parques eólicos.
Além disso, é estimada a criação em torno de 200 empregos diretos durante a fase de implantação do complexo.
Rosário do Sul também deve receber investimento em um parque eólico para instalação de 50 aerogeradores para produção de 300 MW de energia e geração de 1,2 mil postos de trabalho.
O projeto, que beneficia ainda as cidades de Santana do Livramento, Alegrete e Cacequi, depende, no entanto, da liberação de licença ambiental, uma vez que a área está inserida na Serra do Caverá, patrimônio cultural, histórico, geográfico, natural, paisagístico e ambiental do Rio Grande do Sul.
Desde a implantação do parque eólico de Osório, há 15 anos, o Rio Grande do Sul avança na geração de energia limpa e, atualmente, é o quinto estado com maior potência eólica instalada no País, atrás apenas de estados litorâneos do Nordeste e do Norte.
Se depender do potencial dos ventos concentrados e dos projetos em questão, o Estado tem capacidade, ainda, para se inserir em uma nova configuração energética, podendo não somente ampliar sua matriz energética gerada como também passar de importador a exportador de energia, o que justifica a prioridade com que os fundamentais projetos nessa área vêm sendo vislumbrados pelo governo gaúcho.
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