Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 13 de outubro de 2021.
Dia do fisioterapeuta e do terapeuta ocupacional.
Porto Alegre,
quarta-feira, 13 de outubro de 2021.

Opinião

Compartilhar

artigo

- Publicada em 15h00min, 13/10/2021.

Liberdade, fraternidade, igualdade

Gregório José
Mais uma vez nossa gente se enfrenta com antagonismos do passado. Somos todos Iguais, livres e fraternos? Não! Infelizmente não somos e, talvez nunca seremos.
Mais uma vez nossa gente se enfrenta com antagonismos do passado. Somos todos Iguais, livres e fraternos? Não! Infelizmente não somos e, talvez nunca seremos.
Digo isto quando penso que o mundo inteiro foi abalado por um invisível vírus que nos ataca os sistemas respiratórios das mais variadas formas, de uma simples gripe/resfriado até crises agudas de pulmão, grande parte indo à falência múltipla.
Mas, neste momento, somos atacados e vilipendiados em nossos direitos quando nos impõe a obrigatoriedade de nos imunizarmos com vacinas não testadas, de fato e de direito. Vejam que, primeiro foram vacinados os mais velhos e, durante os testes feitos (se é que foram) estes não constavam e, muito menos constam das pesquisas apontadas.
Mas, agora, uma classe dominadora, a política, nos obriga a apresentar Cartão de Vacina (passaporte Green). Mas e aqueles cidadãos que possuem o anticorpo natural? Aqueles que fizeram vários exames e não contraíram a doença. São imunes.
Eles precisam enfiar em seus corpos um medicamento desnecessário?
E se este mesmo remédio (para uns) atacarem, seu organismo?
Estes imunes e os cientistas/pesquisadores sabem bem que existe uma parcela da sociedade cujo organismo está mais preparado para carga viral presente no ar. Estes mesmos imunes tiveram que usar máscaras, ficar em suas casas, deixarem de trabalhar ou verem suas empresas falirem. Tudo em nome da humanidade.
Mas, agora, estamos sendo humanos com esta parcela da sociedade? Obrigaremos que entrem em nosso estabelecimento apenas se tiverem este passaporte verde? Ou seres humanos e entenderemos que os que recusam a vacina possuem seus direitos!
Para sermos humanos, verdadeiros, temos que nos colocar no lugar do outro, mas, este outro pensa diferente de mim, portanto, devo ignorá-lo ou respeitá-lo?
E o que dizer das chamadas autoridades, principalmente a classe política, que está isenta de apresentar o passaporte verde (o cartão de vacina). Elas são melhores do que os eleitores? Não precisam responder, mas questionem-se. Não aceitem todas as verdades que lhes contam, criem suas próprias regras, mas respeitem a comunidade.
Jornalista, radialista e filósofo
Comentários CORRIGIR TEXTO