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Opinião

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- Publicada em 15h02min, 22/04/2021.

Presidente da República é um aluno birrento

Thiago de Leon e Guilherme Oliveira
Brasil assistiu às aulas EAD de combate a pandemia dos países europeus e asiáticos, como Coreia do Sul, Portugal, Inglaterra e Israel, hoje quase sem novas contaminações, mas a pátria amada se fez de desentendida, como se não compreendesse a língua estrangeira do Lockdown, Social Distancing e Closed Boards. Mas agora que vê o tema de casa ser feito dentro do próprio pátio, o País se comporta como um aluno birrento que não vai fazer o dever de casa, mesmo podendo copiar todas as respostas do coleguinha.
Brasil assistiu às aulas EAD de combate a pandemia dos países europeus e asiáticos, como Coreia do Sul, Portugal, Inglaterra e Israel, hoje quase sem novas contaminações, mas a pátria amada se fez de desentendida, como se não compreendesse a língua estrangeira do Lockdown, Social Distancing e Closed Boards. Mas agora que vê o tema de casa ser feito dentro do próprio pátio, o País se comporta como um aluno birrento que não vai fazer o dever de casa, mesmo podendo copiar todas as respostas do coleguinha.
Enquanto o Brasil bate recorde em cima de recorde em números de casos e óbitos, uma cidade se tornou uma ilha à parte no caos brasileiro no combate à pandemia. A cidade de Araraquara, São Paulo, governada pelo prefeito Edinho Silva, viu as mortes caírem 75% e as filas para UTI se encerrarem após adotar medidas mais rigorosas de distanciamento por mais de 30 dias. Se antes ouvíamos desculpas de que o Brasil não tinha condições de aplicar lockdown aos moldes asiáticos e europeus, qual vai ser a desculpa de agora para não aplicar medidas parecidas com as da cidade paulista?
Aqui no Sul, ao mais fraco sinal de queda no número de casos e hospitalização, alguns prefeitos já urgem por medidas menos restritivas, mesmo com a ocupação de leitos de UTI beirando os 100%. Como se o vírus fosse respeitar a falta de leitos ou como se fosse possível colocar dois corpos dividindo o mesmo espaço. Mas, é compreensível que na falta de uma organização federal no combate da pandemia, governadores e prefeitos tentam tomar as decisões para si.
Na falta de um presidente que forneça auxílio aos cidadãos carentes, pequenos e médios empresários, quem sabe o Brasil possa seguir o exemplo de um prefeito de esquerda que foi capaz de reduzir as mortes no seu município por 75%, enquanto o resto do País busca o recorde do dia. A verdade é que o vírus não pergunta se está tudo bem, se ele pode entrar, se ele deve ou não circular depois das 20 horas. O vírus também não pergunta se é para registrar a nota de pesar no CPF ou no CNPJ. E num País jogado à própria sorte pelo seu governante, cabe a nós tomarmos as melhores decisões para salvarmos as vidas de quem amamos.
Sociólogo e vereador (PDT) e publicitário e escritor, Gravataí/RS
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