Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 16 de setembro de 2020.
Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
quarta-feira, 16 de setembro de 2020.

Opinião

Compartilhar

artigo

- Publicada em 14h58min, 16/09/2020.

O futuro das eleições

Lucas Loeblein
Desde que a pandemia do novo coronavírus atingiu níveis alarmantes ao redor do mundo - e no Brasil, inclusive, - políticos e dirigentes partidários têm tratado, em reuniões, sobre as eleições municipais de 2020. Após deliberações, debate no Congresso Nacional, bem como análise da matéria pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu-se pela realização do pleito em 15 e 29 de novembro, primeiro e segundo turnos, respectivamente.
Desde que a pandemia do novo coronavírus atingiu níveis alarmantes ao redor do mundo - e no Brasil, inclusive, - políticos e dirigentes partidários têm tratado, em reuniões, sobre as eleições municipais de 2020. Após deliberações, debate no Congresso Nacional, bem como análise da matéria pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu-se pela realização do pleito em 15 e 29 de novembro, primeiro e segundo turnos, respectivamente.
As eleições gerais, realizadas em 2018, foram marcadas pelo forte uso das redes sociais. O atual presidente, Jair Bolsonaro, detinha de apenas 8 segundos de tempo de televisão durante a campanha. Mas, para o espanto daqueles que creem no tempo de TV como ponto de forte influência no resultado, Bolsonaro foi eleito. Pesquisas indicam com clareza que as eleições de 2018 foram as que mais registraram uso das redes sociais no País. O atual chefe do Executivo Federal é prova viva disso.
No pleito que se aproxima - em novembro - as redes terão papel fundamental. Sua participação será ainda maior que em 2018, haja vista que, em teoria, o distanciamento social deve imperar e, portanto, campanhas com grandes passeatas e os chamados “bandeiraços” estão fora dos planos dos(as) candidatos(as).
Esta eleição será um fenômeno a ser estudado profundamente pelos cientistas sociais e políticos, bem como deverá ser observada com extrema atenção pelos que participam da vida partidária, tendo como justificativa a alteração no cenário típico de campanhas. Não haverá, ou não deveria haver, o “corpo a corpo” - método arcaico, porém o mais eficaz para se fazer política.
Pela primeira vez, seremos testemunhas de um novo método predominante de fazer política: mensagens de WhatsApp e postagens em Facebook. É por estas duas ferramentas que a eleição será decidida neste ano.
Por fim, independentemente de como serão as eleições municipais, os protocolos de segurança devem ser respeitados ao máximo! Cuidado e proteção são essenciais neste momento que vivemos.
Graduando de Direito
Comentários CORRIGIR TEXTO