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Porto Alegre, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020.

Jornal do Comércio

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Edição impressa de 12/02/2020. Alterada em 12/02 às 03h00min

A indústria puxará o crescimento

João Marchesan
"A política industrial que nos convém se reduz a umas poucas regras de bom senso. A primeira é que o mais importante incentivo ao progresso é assegurar-se liberdade empresarial, pela abolição de monopólios estatais e reservas de mercado. A segunda é aumentar a previsibilidade econômica, pela estabilização de preços. A terceira é que, antes da concessão de incentivos, é necessário remover obstáculos, pois que, isso feito, na maioria das vezes o mercado cuidará de si mesmo." Essa frase, atribuída a Roberto Campos - economista, professor, escritor, diplomata e político brasileiro -, reflete bem o momento que estamos vivendo e o clima de otimismo que começamos a perceber.
"A política industrial que nos convém se reduz a umas poucas regras de bom senso. A primeira é que o mais importante incentivo ao progresso é assegurar-se liberdade empresarial, pela abolição de monopólios estatais e reservas de mercado. A segunda é aumentar a previsibilidade econômica, pela estabilização de preços. A terceira é que, antes da concessão de incentivos, é necessário remover obstáculos, pois que, isso feito, na maioria das vezes o mercado cuidará de si mesmo." Essa frase, atribuída a Roberto Campos - economista, professor, escritor, diplomata e político brasileiro -, reflete bem o momento que estamos vivendo e o clima de otimismo que começamos a perceber.
Já começamos a sentir os primeiros sinais de que as medidas adotadas pelo governo brasileiro para evitar o colapso das contas públicas, iniciando com a reforma no sistema previdenciário e sancionando uma medida provisória para desburocratizar e simplificar processos para empresas e empreendedores, começam a surtir efeito.
O governo tem acenado positivamente não só com as medidas acima citadas, mas também permitindo e mantendo uma interlocução com o setor produtivo nunca antes experimentada. Soma-se a esses fatos uma redução dos juros aos menores patamares da história, mantendo a inflação controlada, e estabelecendo um contexto adequado para o Brasil voltar a crescer.
São dados animadores e consistentes, o que nos permite afirmar que, em 2020, vamos continuar trabalhando para o crescimento do setor, buscando crédito suficiente, redução do Custo Brasil e condições adequadas que garantam isonomia em relação aos nossos concorrentes internacionais.
Vamos continuar defendendo a iniciativa privada, e precisamos de um empurrão gigantesco na indústria nacional, o que parece estar se configurando nesse início de 2020. O ano de 2019 termina com sinais evidentes da reação do mercado brasileiro às ações do governo e do Congresso Nacional. O crescimento do PIB acima do esperado; a criação de mais de 800 mil empregos formais e o aumento nos últimos cinco meses de 2019 do faturamento industrial; são provas de que os agentes de mercado estão respondendo positivamente aos estímulos.
De acordo com os índices oficiais, ou seja, os indicadores econômicos mostram que o Brasil começa a se reerguer, resgatando aos poucos a confiança dos setores envolvidos e responsáveis por alavancar o crescimento e reencontrando o caminho do desenvolvimento. Que venha o crescimento.
Empresário e presidente do Conselho de Administração da Abimaq
 
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