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Porto Alegre, terça-feira, 21 de janeiro de 2020.
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Jornal do Comércio

Opinião

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Editorial

Edição impressa de 21/01/2020. Alterada em 21/01 às 03h00min

Economia brasileira em debate no Fórum Econômico Mundial

Sem a presença do presidente Jair Bolsonaro, o qual teve alguns elogios e muitas críticas ao discurso, rapidíssimo, que fez em 2019, está iniciando mais um Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. No ano passado, a plateia era composta por especialistas e dirigentes das áreas da economia, finanças, líderes de instituições e presidentes de países.
Sem a presença do presidente Jair Bolsonaro, o qual teve alguns elogios e muitas críticas ao discurso, rapidíssimo, que fez em 2019, está iniciando mais um Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. No ano passado, a plateia era composta por especialistas e dirigentes das áreas da economia, finanças, líderes de instituições e presidentes de países.
Agora, em 2020, a principal figura brasileira no fórum é o ministro da Economia, Paulo Guedes, a quem compete convencer os que o ouvirão das nossas metas econômicas, especialmente, factíveis para que o Brasil retome, como é a grande aspiração nacional, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e a abertura de milhões de postos de trabalho formais.
Os últimos presidentes têm reafirmado, até de maneira idílica, metas para um Brasil andando rumo a um maior desenvolvimento. Mais e amplas fronteiras de oportunidades de negócios, onde o controle da inflação e o equilíbrio das contas públicas são requisitos essenciais.
Dessa maneira, a responsabilidade fiscal é um princípio basilar de desenvolvimento econômico e social. Todos conhecem o fim dessas promessas, até agora, pelo menos. Antes, como agora, temos um discurso oficial no qual plataformas de campanha, como a defesa da família e dos direitos humanos verdadeiros, são reafirmadas. Mas temos um qualificado público na estação de esqui de Davos, no gelado inverno suíço, além de manifestantes sobre o clima.
Caso Paulo Guedes consiga convencer sobre suas políticas, só teremos que agradecer. É o caso da recolocação do País, até o final do mandato de Jair Bolsonaro, no ranking dos 50 melhores países para investir. Para alcançar tal ambicioso desiderato será preciso promover a abertura de mercados, a privatização de empresas e a desburocratização.
O presidente e seu ministério gozam de credibilidade para fazer reformas das quais o País precisa e que o mundo espera. Está claro que não só os que o elegeram, mas todos querem mudar o histórico de problemas que temos vivido em vários setores públicos e privados, deixando os brasileiros à margem de uma boa educação, uma saúde com cuidados desde a infância e podendo não ter medo de andar nas ruas das cidades em quase todo o País.
Realmente, é preciso mudar esse roteiro que leva milhões ao desemprego, ao desalento e sem vislumbrar um futuro melhor. Que o Brasil tenha um bom desempenho em Davos.
 
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