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Porto Alegre, quarta-feira, 15 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Opinião

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ARTIGOS

Edição impressa de 15/01/2020. Alterada em 15/01 às 03h00min

O que vem depois do digital?

Rafael Martins
Um novo ano começa e sempre buscamos entender o que vem por aí e o que pode impactar em nosso dia a dia. A era digital, por exemplo, trouxe mudanças para as nossas rotinas. É comum acordar, pegar o celular e ver as notificações das nossas redes sociais favoritas.
Um novo ano começa e sempre buscamos entender o que vem por aí e o que pode impactar em nosso dia a dia. A era digital, por exemplo, trouxe mudanças para as nossas rotinas. É comum acordar, pegar o celular e ver as notificações das nossas redes sociais favoritas.
Recentemente, comprei um relógio inteligente que, além de mostrar as horas, me incentiva a parar por um minuto e a respirar para aliviar o estresse e avisa se meus batimentos cardíacos estão muito alterados, ao ponto de prever um infarto. Esse mesmo relógio é conectado ao meu celular e me permite ler e-mails sem tirá-lo do bolso. Embora para muitos isso não seja mais novidade, é preciso sempre ter cuidado ao acreditar que "todo mundo" conhece esta ou aquela inovação. Afinal, nem todas as pessoas têm acesso às mesmas tecnologias que você.
De todas as tendências que vêm depois do digital, certamente uma nova era se aproxima e será uma verdadeira revolução: a união do 5G com a Inteligência Artificial, a chamada 5G-X. Sem abordar a questão técnica, basta você entender que basicamente tudo estará conectado à internet e com um sistema capaz de conversar conosco, responder nossas perguntas e receber ordens.
Tivemos, nos últimos anos, uma proliferação dos assistentes de voz, quando podemos pedir para um aparelho - que tem o tamanho de um copo - nos contar uma piada, dar a previsão do tempo e nos acordar ao som de Bob Marley. Com a era
5G-X, a sua porta irá receber a encomenda do Correios enquanto você trabalha. Ao mesmo tempo, chegará uma notificação em seu celular e a tecnologia irá conversar com o carteiro, dizendo que você não está em casa, mas que ele pode deixar o pacote em um compartilhamento específico. Quando digo falar, refiro-me a conversar, exatamente como uma pessoa.
Até hoje, usamos a internet para nos conectar com pessoas, empresas, governos. Agora, além disso, vamos usá-la para nos conectar às coisas, quaisquer que sejam. Estaremos sempre interligados, com todos e com tudo. Talvez seja difícil imaginar esse novo mundo, mas é, certamente, algo sem volta.
CEO e cofundador do Share 
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