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Porto Alegre, quarta-feira, 20 de novembro de 2019.
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Jornal do Comércio

Opinião

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editorial

Edição impressa de 19/11/2019. Alterada em 19/11 às 03h00min

Um programa para o desenvolvimento da economia gaúcha

A Assembleia Legislativa obteve a parceria do governo do Estado para o programa Cresce RS, que propõe ações para destravar investimentos no Rio Grande do Sul e impulsionar o desenvolvimento da economia do Estado.
A Assembleia Legislativa obteve a parceria do governo do Estado para o programa Cresce RS, que propõe ações para destravar investimentos no Rio Grande do Sul e impulsionar o desenvolvimento da economia do Estado.
 
São 18 projetos incluídos no programa, e que têm prazos para execução, uma ideia complementar muito boa, levando-se em conta os atrasos e problemas que são comuns.
 
Um dos pontos positivos elencados no Cresce RS foi a conclusão da primeira fase das obras de infraestrutura do aeroporto Salgado Filho.
 
Agora, o esforço é pela obra de extensão da pista, uma questão que se arrasta há anos. Da mesma forma, a concessão da rodoviária da Capital, e de todos os itens que poderão elevar a economia estadual.
 
Outra iniciativa que vai resultar em boas práticas para o Rio Grande do Sul é uma linha de crédito de R$ 200 milhões do Banrisul e Badesul para startups, além de um programa Tudo Fácil para incentivar o fomento desse tipo de empresa.
 
Definido como um conselho de Estado formado por entidades empresariais, reitores e chefes de Poder, o Cresce RS foi criado para acompanhar a execução de projetos definidos como prioritários para incentivar o crescimento econômico do Rio Grande do Sul. A cada 45 dias, o conselho se reúne para avaliar o andamento da carteira de projetos que estão divididos em três eixos: infraestrutura e logística; desburocratização; e fomento dos bancos públicos.
 
É disso que o Rio Grande do Sul necessita e com urgência: programas factíveis e que ajudem a tirar do papel ideias e projetos.
 
Mais ações práticas é o que impulsionará a economia gaúcha, levando à geração de postos de emprego para os desempregados que perambulam em busca de trabalho formal, e muitos, provavelmente a maioria, acabam na informalidade, sem segurança alguma e sem saber o ganho que terão - e se terão - ao final de cada mês.
 
O governo do Estado, a Assembleia Legislativa e mesmo o Judiciário têm que unir forças, dentro da legalidade e de suas atribuições, para tornar realidade mais programas positivos.
 
Os desempregados não podem mais esperar, e as dificuldades financeiras pelas quais o governo do Estado vem passando há anos exigem pressa - sem atropelos, claro - na busca de soluções.
 
O Rio Grande do Sul precisa avançar em soluções para retomar o caminho do crescimento econômico.
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