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Porto Alegre, sexta-feira, 06 de setembro de 2019.

Jornal do Comércio

Opinião

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editorial

Edição impressa de 06/09/2019. Alterada em 06/09 às 03h00min

A Independência completa que devemos ao Brasil

Mais um 7 de Setembro, data da Independência do Brasil, que aconteceu em 1822. No entanto, os problemas econômicos continuam a nos afligir, mesmo com pequenos avanços no Produto Interno Bruto (PIB). As desavenças políticas aparecem aqui e ali. As reformas andam devagar, mesmo com a aprovação, praticamente certa, da Previdência. Mas faltam outras, tão ou mais importantes, como a tributária e a política. Mesmo com 197 anos separados oficialmente de Portugal, não atingimos uma maturidade governamental, social e econômica compatível com a grandeza territorial e as riquezas naturais de que dispomos.
Mais um 7 de Setembro, data da Independência do Brasil, que aconteceu em 1822. No entanto, os problemas econômicos continuam a nos afligir, mesmo com pequenos avanços no Produto Interno Bruto (PIB). As desavenças políticas aparecem aqui e ali. As reformas andam devagar, mesmo com a aprovação, praticamente certa, da Previdência. Mas faltam outras, tão ou mais importantes, como a tributária e a política. Mesmo com 197 anos separados oficialmente de Portugal, não atingimos uma maturidade governamental, social e econômica compatível com a grandeza territorial e as riquezas naturais de que dispomos.
Mas se a Independência do Brasil, com Dom Pedro I e o Grito do Ipiranga, em 7 de Setembro, ocorreu, ainda não temos uma independência financeira e administrativa. Não como gostaríamos, pois temos ciclos de crise e instabilidade. Porém as instituições têm resistido, mesmo que criticadas por decisões, algumas realmente equivocadas, segundo a opinião pública. Mas são os poderes constituídos e devem ser prestigiados, especialmente o Judiciário e o Legislativo, esteios do regime democrático.
Claro que problemas ocorrem em todos os países, pois as transações comerciais e os mercados estão totalmente globalizados, e, literalmente, o que acontece na China repercute no Brasil. Para 2019, um déficit nas contas públicas menor do que os previstos R$ 139 bilhões, quando precisamos gerar superávit para pagar os juros da astronômica dívida de R$ 3,9 trilhões do governo federal.
De maneira redundante, a Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso País, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram, e muitas pessoas morreram na luta por esse ideal. Podemos citar o caso por demais conhecido: o de Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade da então colônia, durante o processo da Inconfidência Mineira.
Os déficits do Tesouro Nacional e do Tesouro do Estado causam prejuízos às populações em geral, incluindo os que protestam - com razão - contra parcelamentos de vencimentos ou altos juros e impostos em demasia. Precisamos combater a corrupção, cobrar dívidas, repatriar fortunas não declaradas, enfim, uma faxina administrativa e financeira. Acabando com a crise econômico-financeira, terminaremos ou minimizaremos ao máximo a nossa periclitante situação, com milhões de desempregados.
 
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