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Porto Alegre, sexta-feira, 07 de junho de 2019.
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Jornal do Comércio

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07/06/2019 - 03h00min. Alterada em 07/06 às 03h00min

Farsantes não devem ser levados a sério

José Maria Rodrigues de Vilhena
Quem não usa de má-fé percebe, facilmente, a persistente campanha, por parte da mídia e deserdados intelectuais do regime esquerdista prevalente no Brasil pelos últimos 25 anos, contra todas as ações desenvolvidas através do recém-eleito governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).
O tema, no topo da onda, é acerca do novíssimo ministro da Educação, que declarou pretender colocar outro viés de investimento nos cursos da área social.
Em última instância, significa uma redução nas vagas nos cursos de Sociologia e Filosofia. Ah! O mundo veio abaixo, o ministro foi adjetivado dos mais detratores adjetivos.
E eu me pergunto: onde estavam estes cultos e patrióticos críticos quando um ex-ministro da Educação - candidato à presidência da República nas eleições de 2018 - distribuiu cartilha gay nas escolas dos ensinos Fundamental e Médio, e pretendia instalar máquinas fornecedoras de camisa de Vênus nestes estabelecimentos de ensino? Onde estavam?
Onde estavam tais pessoas quando o regime esquerdista transformou as universidades em fábricas de diplomas?
Onde estavam quando, num processo de engenharia mental, eufemisticamente, passaram a chamar o nível universitário de 3º grau?
Onde estavam quando foi implantado a formação universitária por correspondência?
Onde estavam quando o sistema educacional brasileiro transformou-se num dos piores do mundo, produzindo legiões de analfabetos funcionais? Onde estavam?
Muito bem faz o ministro da Educação. Nenhuma falta nos fará estes cursos de araque. Repito: araque. Isso é pouco citado pelos detratores do ministro.
O importante e estratégico, agora, é valorizar e priorizar cursos na área tecnológica. Assim, estaremos criando uma massa crítica de conhecimento, pondo base a um real desenvolvimento e independência do Brasil.
Engenheiro e consultor
 
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