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Porto Alegre, quarta-feira, 29 de julho de 2020.

Jornal do Comércio

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Opinião

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artigo

- Publicada em 03h00min, 06/05/2019. Atualizada em 03h00min, 06/05/2019.

A conscientização hidroviária

Wilen Manteli
Em muito boa hora a Assembleia Legislativa acaba de instituir a Frente Parlamentar dos Portos, das Hidrovias e de Construção Naval do Rio Grande do Sul, numa iniciativa liderada pelo deputado Fábio Branco (MDB). Após décadas de virtual estagnação desse importante modal, tudo leva a crer que está sendo iniciado um vigoroso movimento para a recuperação do tempo perdido.
Em muito boa hora a Assembleia Legislativa acaba de instituir a Frente Parlamentar dos Portos, das Hidrovias e de Construção Naval do Rio Grande do Sul, numa iniciativa liderada pelo deputado Fábio Branco (MDB). Após décadas de virtual estagnação desse importante modal, tudo leva a crer que está sendo iniciado um vigoroso movimento para a recuperação do tempo perdido.
Afinal já chegamos a contar com 1.200 km navegáveis e, hoje, estamos reduzidos a 700 km e, ainda assim, funcionando precariamente. O preço pago por esse descaso traduz-se numa perda de competitividade dos nossos produtos devido a elevação do custo logístico face a quase que total dependência em relação ao transporte por caminhão.
Isto sem contar o grave prejuízo decorrente do não aproveitamento da malha hidroviária como decisivo fator locacional de atração de empreendimentos produtivos a ser instalados nos mais de 60 municípios banhados por rios e lagoas. Não pode ser esquecido o quanto a reativação desse modal também impactará em termos de revigoramento de uma extensa cadeia produtiva integrada pela indústria da construção e reparação naval, fabricantes de equipamentos e componentes, bem como prestadores de serviços. Tudo isso se traduzindo em última instância em mais postos de trabalho, renda e geração de tributos para os municípios e para o Estado.
Mas, passada a comemoração, agora, como muito bem enfatizou o presidente da Frente, compete agir no sentido da implementação de medidas concretas que passam por mudanças que abrangem a gestão do sistema. Cabendo ao setor público - Executivo e Legislativo - a formulação de políticas e a fiscalização e à iniciativa privada os investimentos e a prestação dos serviços conforme as melhores práticas internacionais.
Presidente da Associação Hidrovias RS
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