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Porto Alegre, segunda-feira, 11 de março de 2019.

Jornal do Comércio

Opinião

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editorial

Edição impressa de 12/03/2019. Alterada em 11/03 às 01h00min

A marca é referência do valor de uma empresa

Será hoje, terça-feira, no Teatro do Sesi, a divulgação dos maiores nomes, das marcas mais lembradas e preferidas, na 21ª edição da pesquisa Marcas de Quem Decide, promoção do Jornal do Comércio. São 72 setores pesquisados e três categorias especiais, com a movimentação das cinco marcas líderes de cada setor.
O projeto Marcas de Quem Decide traz uma referência agora histórica, uma experiência multiconectada ao longo de 21 anos. Um caderno especial estará circulando dia 29 de março em todas as plataformas. Evidentemente que marca não significa tão somente o logotipo de um produto, mas, sobretudo, um conjunto de valores e atributos tangíveis e intangíveis que ela carrega.
Esta indicação dos maiores nomes que figuraram nas 20 edições anteriores do Marcas de Quem Decide traz um abrangente indicador da lembrança e de preferência de marcas jamais antes pesquisado no Rio Grande do Sul. Trata-se do único estudo que investigou, simultaneamente, os níveis de lembrança e de preferência de marcas de diferentes setores da indústria, do comércio e dos serviços. Revelaremos o pensamento e o comportamento de compra de um público economicamente qualificado e com alto poder de influência e de decisão.
Afinal, a pesquisa Marcas de Quem Decide, nessas duas décadas, sempre mediu a preferência e a lembrança dos gestores de negócios e altos executivos do mercado gaúcho. Agora, uma edição inédita, potencializando e gerando maior exposição e acesso às marcas.
Quem não se lembra de uma marca que foi a sua preferida durante anos? No comércio, na indústria, em uma empresa de aviação, uma bebida, uma roupa masculina ou feminina, sempre as marcas nos identificaram. Enfim, marcas podem ser, como são, decisivas na vida de milhões de pessoas.
O sucesso nessas 21 edições da promoção Marcas de Quem Decide é a prova de que elas são, realmente, o que dão personalidade e humanizam perante a opinião pública.
As entrevistas foram realizadas pela Qualidata, abrangendo todo o Rio Grande do Sul. Os entrevistados foram escolhidos em sorteio aleatório e convidados a participar da pesquisa com respostas espontâneas.
O intervalo de confiança da pesquisa é de 95%, com margem de erro de 4,5% para mais ou para menos. Marcas podem valer bilhões de reais, dólares ou euros, mas são valores intangíveis. Valem como?
Se formos comprar agora a Microsoft, ainda exuberante, com certeza que a empresa só mudará de controle por muitas centenas de bilhões de dólares, talvez por US$ 1 trilhão. Mas, tivemos marcas que não resistiram ao passar das crises e dos tempos, somando-se a isso uma concorrência feroz.
O que importa também, e muito, é a credibilidade que um produto, uma empresa ou uma ação empresarial transmite ao público ao qual se destina, opera ou busca conquistar.
E isso é uma ação permanente que deve ser continuada enquanto estiver no mercado, em qualquer circunstância. Não se pode é tergiversar ou ter altos e baixos na percepção que é feita sobre uma marca. Ela deve pairar acima de tudo e sempre estar no imaginário popular como boa, atendendo aquilo a que se propõe e tendo muita responsabilidade. É a linha a ser seguida durante toda uma existência.
Esse é o principal fundamento para quem deseja permanecer em alto conceito na opinião dos consumidores, clientes ou parceiros. É isso o que importa para manter uma marca no topo da lembrança ou preferência. Caso contrário, definitivamente, não será uma Marca de Quem Decide.
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