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Porto Alegre, segunda-feira, 11 de março de 2019.

Jornal do Comércio

Opinião

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Edição impressa de 12/03/2019. Alterada em 11/03 às 01h00min

Que não sejam panos de fundo

Remi Scheffler
O brasileiro votou com esperança no ano passado. Esperança de um Brasil melhor, com mais oportunidades, com geração de emprego e renda, com reformas necessárias para que as coisas aconteçam. O brasileiro votou por mudanças. Mas a eleição parece não ter acabado.
Os que perderam a disputa, claro, estão inconformados. Não aceitam os menores movimentos. Mas reconheço, é do jogo. Sempre foi assim e sempre será. Da mesma maneira, os que ganharam seguem num rumo que nos faz entender que a disputa continua. Com isso, o tempo vai passando e se torna preocupante, nocivo para as questões que precisam ser resolvidas.
A mais recente, e lamentável situação, é a do vídeo postado pelo presidente Jair Bolsonaro sobre pornografia no Carnaval. Por mais degradante que seja, por mais nojento que seja, não é este o papel de um republicano eleito pela maioria dos brasileiros.
Mas vamos analisar isso que está acontecendo por outra ótica. Concorde ou não, aceite ou não, tão logo é postada uma informação destas, as redes sociais são invadidas por comentários de todos os tipos. As pessoas esquecem que precisamos mudar os rumos do Brasil e concentram suas energias em bate-bocas que não vão nos levar a lugar nenhum. E, lá no centro do poder, não vemos avançar assuntos que precisam de celeridade. Pelo jeito, o próprio governo se mantém confortável com a situação.
Temo, que isto que vem acontecendo, sejam panos de fundo. Preocupamo-nos com desvios de atenção e esquecemos que é preciso ação. Foi assim com a história dos "meninos de azul e meninas de rosa", do "Jesus na goiabeira", do "solta não solta Lula" para o velório do irmão e depois do neto. Quanta discussão sem nenhuma produtividade.
Presidente do Sindilojas-NH
 
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