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Porto Alegre, terça-feira, 05 de fevereiro de 2019.

Jornal do Comércio

Opinião

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05/02/2019 - 01h00min. Alterada em 05/02 às 01h00min

Pregoeiros da discórdia

Carlos Augusto Fernandes dos Santos
Diversos criptocomunistas, viúvas disfarçadas de socialistas, jornalistas enrustidos e engajados que, hoje, infestam as redações dos principais jornais e televisões do País, de artistas "velhos", conhecidos por suas posições "progressistas" e de uma parte da sociedade que ao ouvir falar em Forças Armadas sofre calafrios, começaram a atacar Bolsonaro e sua equipe de governo.
Afinal, em quase um quarto de século o PT e seus "puxadinhos", com o prestimoso auxílio dos sociais-democratas liderados por FHC, o "príncipe dos sociólogos brasileiros", aves exóticas com plumagem muito semelhante, surfaram a "onda do progresso", sempre enaltecendo e falando em democracia e cidadania alimentada por polpudas gratificações do "Bolsa-Ditadura", uma "merreca", para alguns deles, de quase R$ 32.000,00 mensais isentos de Imposto de Renda.
Sabemos que radicais, da esquerda ultrapassada e anacrônica, utilizam a liberdade concedida pelos regimes democráticos para empolgar o poder e, logo adiante, suprimi-la. Pretendem, ainda, os arautos e adeptos dessa ideologia de ineficiente histórico, que levou a economia do País a uma preocupante situação, convencer a população sofrida (milhões de desempregados) que o "incensado Temer", que eles mesmo escolheram, é o grande responsável por todo esse descalabro.
Após anos de "concessão bondosa" a programas sociais importantes e necessários, implementados sem os controles devidos; de preencherem inúmeros cargos do poder - com destaque para Estatais inúteis e deficitárias e Agências Reguladoras e escaninhos que pouco atendem interesses da maioria dos brasileiros - com "cumpanheros" de competência discutível, não cabe dúvida aos brasileiros conscientes e responsáveis, dar um basta a essa inusitada situação.
Como não têm resposta para explicar as mazelas acima apontadas, desde já passaram a ocupar, com ódio e ressentimento, "trincheiras de resistência", criticando o que ainda não foi feito. Revestem suas críticas com ares de seriedade e de estranha preocupação, ao invés, como seria patriótico, coerente e esperado, auxiliar o novo governante a dar início a medidas que de fato possam aliviar o sofrimento dos brasileiros carentes. Pregoeiros da cizânia e do ressentimento rasteiro - estratégia utilizada pelo "líder condenado e presidiário de Curitiba" durante sua duradoura e lastimável passagem no comando da Nação - não têm a grandeza de admitir a derrota indiscutível e não aceitam a saudável e virtuosa alternância de poder. Só nos resta cerrar fileiras. "Brasil acima de tudo e Deus acima de todos".
General reformado
 
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