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Porto Alegre, quinta-feira, 06 de dezembro de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

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06/12/2018 - 01h00min. Alterada em 06/12 às 01h00min

E agora, o que fazemos?

Bárbara Veit
Nunca se falou tanto de política como nos últimos meses. Antes das eleições, os brasileiros estavam divididos em duas parcelas: a que, de um lado, apoiava o movimento "elenão", dos que não queriam que Bolsonaro tivesse sido eleito; e a que, por outro lado, apoiava o movimento "ptnuncamais".
No dia 28 de outubro, Jair Bolsonaro (PSL) foi eleito nosso próximo presidente com um discurso de mudança, transformação, combate à insegurança e aos corruptos. E agora que as eleições passaram, o que nos resta fazer?
Engana-se aquele que acredita que podemos deixar a política de lado só porque o nosso "destino" já foi escolhido e que só daqui a quatro anos o Brasil precisará novamente deles para dar-lhes o voto.
Pelo contrário, agora, mais do que nunca, devemos nos movimentar e acompanhar de perto os próximos passos que serão tomados. Indiferentemente se for no âmbito nacional ou no regional, temos que nos certificar de que os candidatos realizarão suas propostas de campanha. Não adianta termos ótimos discursos políticos se eles não são postos em prática.
Assim, não podemos dar as costas ao nosso País ou ao Estado se o nosso candidato não foi eleito. A alternância de poder também é democracia. Não temos que torcer para que algo dê errado para então poder apontar o dedo na cara de alguém e dizer "eu avisei". Esse é o momento de trabalharmos em conjunto para a melhora do Brasil.
As propostas têm que virar realidade. O Brasil precisa de inúmeras reformas para voltar a crescer, que as liberdades econômicas e individuais floresçam, dando espaço para um país competitivo e justo. Nós é que iremos definir o futuro do País, e cabe a nós definir o tamanho que o Estado terá nesta nação - lembrando que, quanto mais pedirmos a ele, mais ele intervirá em nossas vidas e menor será nossa liberdade.
Empresária e associada do IEE
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