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Porto Alegre, quarta-feira, 28 de novembro de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

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Edição impressa de 28/11/2018. Alterada em 28/11 às 01h00min

Crescimento pelas hidrovias

Wilen Manteli
O maior desafio do Rio Grande do Sul é encontrar caminhos para o crescimento econômico indispensável para superar a atual crise. Quem tem uma oportunidade ímpar para, em médio e longo prazos, promover desenvolvimento são os municípios localizados junto a rios e lagoas navegáveis. Cerca de 60 municípios são afortunados por contarem com terrenos ribeirinhos a vias navegáveis. Estes poderão se transformar em territórios produtivos, atraindo empreendimentos destinados às atividades portuárias, produtivas e de lazer, gerando benefícios para a população.
O exemplo que melhor comprova tal assertiva é o desenvolvimento dos continentes europeu e norte-americano, que aconteceu, principalmente, através do aproveitamento dos rios. Aqueles povos preservaram as suas vias navegáveis e souberam colher os retornos econômicos decorrentes dos mesmos. Aqui, o desenvolvimento se deu ao contrário, optou-se pelo modal rodoviário e os empreendimentos produtivos aconteceram às margens dos eixos rodoviários. Foi com a visão voltada para a multimodalidade no transporte, para os recursos naturais e na comprovada experiência internacional na utilização dos rios que as entidades Famurs, Farsul, Fecomércio, Fiergs e as empresas usuárias do transporte hidroviário interior criaram a Associação Hidrovias do Rio Grande do Sul - Hidrovias-RS.
A ideia é motivar e apoiar a transformação desses municípios em catalisadores de empreendimentos e em plataformas logísticas, desenvolvendo o comércio, o setor produtivo e as atividades terciárias para agregar valor e criar novos postos de trabalho. Um porto, seja marítimo ou interior, é porta de entrada e saída de mercadorias, gerando oportunidades industriais e comerciais. Com a palavra, os municípios!
Presidente da Associação Hidrovia-RS
 
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