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Porto Alegre, quinta-feira, 23 de agosto de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

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23/08/2018 - 01h00min. Alterada em 23/08 às 01h00min

Ser ou não íntegro?

Sérgio Nikolay
A humanidade sempre conviveu e sempre conviverá com pessoas dos mais variados perfis de personalidade no que tange à integridade moral. Alan Simpson afirmava: "Se o indivíduo é íntegro, nada mais importa. Se o indivíduo não é íntegro, nada mais importa." Uma pessoa de caráter íntegro é honrada, irrepreensível na sua conduta, honesta e incorruptível. Todavia, estamos carentes de pessoas íntegras no mundo da política e dos negócios; isso não é novidade, a própria história nos revela inúmeras situações de falta de seriedade, honestidade, honradez e ética das pessoas. Entendo que o princípio de tudo isso é a pura falta da educação básica familiar, ou seja, a falta dos valores de base, como o respeito aos pais, à família, aos idosos, à igreja e à sociedade como um todo.
Pois tudo isso se aprende em casa, no seio familiar, e não nas escolas. Muitos pais transferem a educação básica às escolas e aos seus educadores, responsabilizando-os pelos atos e fatos dos seus filhos, quando, na verdade, isso é de estrita responsabilidade dos próprios pais. Educa-se pelos exemplos, pois de nada adianta cobrar dos filhos que sejam pontuais em seus compromissos, se você normalmente se atrasa ou chega atrasado ao trabalho, às aulas, ao aniversário, à formatura, etc. De nada adianta você pedir aos filhos para não furarem uma fila de espera, se você, ao ir a um evento, procura persuadir os outros a fazê-lo.
E assim poderíamos listar várias outras situações, mas você mesmo poderá rever seus hábitos familiares e, por consequência, mudar, cativar e tornar seus filhos melhores cidadãos para serem felizes no convívio social. Lembrem-se de que seus filhos são o seu reflexo, assim como os políticos são o espelho da sociedade, portanto só depende de vocês, pais, seus filhos serem pessoas íntegras.
Vice-diretor e coordenador do Curso de Ciências da Faccat
 
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