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Guerra na Ucrânia

- Publicada em 17 de Maio de 2022 às 15:52

Operadora de gás finlandesa Gasum se recusa a pagar Rússia em rublos

Em abril, a Gazprom enviou uma carta à Gasum exigindo que os pagamentos fossem feitos na moeda russa

Em abril, a Gazprom enviou uma carta à Gasum exigindo que os pagamentos fossem feitos na moeda russa


KIRILL KUDRYAVTSEV/AFP/JC
A Gasum, principal operadora de gás na Finlândia, se recusou a mudar os pagamentos de euros para rublos russos pelo combustível. Nesta terça-feira (17), a empresa nórdica anunciou, em comunicado, que não aceita a exigência da russa Gazprom Export para mudar a forma de pagamentos e, "consequentemente, não fará pagamentos em rublos ou sob o acordo de pagamento proposto pela Gazprom Export".
A Gasum, principal operadora de gás na Finlândia, se recusou a mudar os pagamentos de euros para rublos russos pelo combustível. Nesta terça-feira (17), a empresa nórdica anunciou, em comunicado, que não aceita a exigência da russa Gazprom Export para mudar a forma de pagamentos e, "consequentemente, não fará pagamentos em rublos ou sob o acordo de pagamento proposto pela Gazprom Export".
Os detalhes nos contratos de longo prazo têm sido negociados pelas duas companhias desde o outono de 2021 no Hemisfério Norte. Neste mês de abril, porém, a Gazprom enviou uma carta à Gasum exigindo que os pagamentos fossem feitos na moeda russa e fazendo outros requerimentos em relação à oferta.
"No geral, isso é algo que a Gasum não pode aceitar e decidiu levar as disputas sobre o contrato de fornecimento à arbitragem de acordo com o contrato. A questão então será analisada", afirmou a companhia na Finlândia.
A Gasum considera que há um risco crescente no fornecimento de gás natural, dado o contrato atual existente, e que a importação do combustível russo pode chegar ao fim. A empresa diz estar se preparando para esta situação junto a consumidores e autoridades nacionais. No verão local, que se inicia em breve, a empresa pretende garantir disponibilidade de gás natural aos consumidores finlandeses por meio do gasoduto báltico, o Balticconnector.
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