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Estados Unidos

- Publicada em 12/05/2022 às 19h57min.

Justiça dos EUA vai investigar Trump por manuseio de documentos confidenciais

Ex-presidente confirmou anteriormente que concordou em devolver certos registros

Ex-presidente confirmou anteriormente que concordou em devolver certos registros


JOE RAEDLE/GETTY IMAGES NORTH AMERICA/JC
O Departamento de Justiça dos EUA abriu uma investigação para apurar se o ex-presidente norte-americano Donald Trump manipulou incorretamente documentos confidenciais que foram levados para sua residência em Mar-a-Lago, na Flórida. A notícia foi publicada pelo jornal The New York Times nesta quinta-feira (12).
O Departamento de Justiça dos EUA abriu uma investigação para apurar se o ex-presidente norte-americano Donald Trump manipulou incorretamente documentos confidenciais que foram levados para sua residência em Mar-a-Lago, na Flórida. A notícia foi publicada pelo jornal The New York Times nesta quinta-feira (12).
Segundo a reportagem, os promotores emitiram uma intimação à Administração Nacional de Arquivos e Registros (Nara, na sigla em inglês) para obter os documentos. As autoridades também enviaram pedidos de entrevistas a pessoas que trabalharam na Casa Branca no fim do mandato de Trump.
A investigação começou depois que a Nara recuperou 15 caixas de documentos, incluindo registros confidenciais, que Trump tinha levado para sua propriedade em Mar-a-Lago quando deixou a Casa Branca em janeiro de 2021. Os papéis foram obtidos pela agência um ano após Trump deixar a presidência e depois de um imbróglio com a defesa do republicano, que se negava a entregar a papelada.
Em fevereiro deste ano, a agência independente confirmou que entre os documentos continham informações classificadas como de segurança nacional. O comitê de supervisão da Câmara dos Deputados dos EUA chegou a abrir uma investigação sobre o assunto, já que pode ter acontecido uma violação à Lei de Registros Presidenciais, norma que exige a preservação de toda a comunicação escrita relacionada aos deveres oficiais de um presidente.
O Departamento de Justiça não quis comentar o assunto. Os representantes de Trump também não comentaram. O ex-presidente confirmou anteriormente que concordou em devolver certos registros à Nara, chamando o processo de "comum e rotineiro".
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