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União Europeia

- Publicada em 19h59min, 13/07/2021.

Conselho da UE já aprovou 12 planos nacionais para uso de fundo de recuperação

O programa disponibilizará um total de 675,2 bilhões de euros em subsídios e empréstimos aos membros da UE

O programa disponibilizará um total de 675,2 bilhões de euros em subsídios e empréstimos aos membros da UE


François WALSCHAERTS/AFP/JC
O Conselho Europeu aprovou planos de 12 países para uso dos recursos mobilizados no âmbito do fundo de recuperação: Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Itália, Letônia, Luxemburgo, Portugal, Eslováquia e Espanha. O programa disponibilizará um total de 675,2 bilhões de euros em subsídios e empréstimos aos membros da União Europeia (UE).
O Conselho Europeu aprovou planos de 12 países para uso dos recursos mobilizados no âmbito do fundo de recuperação: Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Itália, Letônia, Luxemburgo, Portugal, Eslováquia e Espanha. O programa disponibilizará um total de 675,2 bilhões de euros em subsídios e empréstimos aos membros da União Europeia (UE).
Durante reunião nesta terça-feira (13), o Conselho para as Questões Econômicas e Financeiras (Ecofin), que reúne os ministros das finanças do bloco, discutiu a implementação do projeto. "Ao concentrar nossas reformas e investimentos em metas verdes e digitais, podemos sair da crise mais fortes. Esta é uma oportunidade sem precedentes para remodelar nossa economia e torná-la mais resistente para o futuro", disse o ministro das finanças da Eslovênia, Andrej Ircelj, que presidiu o encontro.
Os ministros também concluíram avaliações sobre o cenário macroeconômico da região. Eles destacaram que a atividade melhorou nos últimos meses, em meio ao relaxamento das restrições à mobilidade impostas por conta da Covid-19, embora "as incertezas permaneçam elevadas". O grupo também defendeu a importância da contínua coordenação entre os países para lidar com os desequilíbrios na economia.
O Ecofin acrescentou que a crise do coronavírus conteve os avanços recentes da UE no combate aos desequilíbrios e pode elevar os riscos à estabilidade econômico. Segundo o Conselho, a dívida pública aumentou por conta das medidas emergenciais e deve ser ajustada em médio prazo.
"A dívida privada (principalmente de empresas) aumentou para lidar com as quedas de receita resultantes de "lockdowns". Possíveis dificuldades de reembolso podem levar a um aumento dos empréstimos inadimplentes, à medida que as políticas apoio sejam gradualmente eliminadas", alerta.
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