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jerusalém

- Publicada em 12h20min, 11/05/2021. Atualizada em 12h20min, 11/05/2021.

Em escalada de violência, Netanyahu promete aumentar ataques contra Faixa de Gaza

Declaração ocorre após disparos de foguetes que deixaram ao menos 28 pessoas mortas

Declaração ocorre após disparos de foguetes que deixaram ao menos 28 pessoas mortas


AMIT SHABI/AFP/JC
O primeiro-ministro Binyamin Netanyahu anunciou nesta terça-feira (11) que Israel vai intensificar a força e a frequência dos ataques contra a região de Gaza. A declaração ocorre após o segundo dia de disparos de foguetes que deixaram ao menos 28 pessoas mortas - duas em Israel e 26 em Gaza.
O primeiro-ministro Binyamin Netanyahu anunciou nesta terça-feira (11) que Israel vai intensificar a força e a frequência dos ataques contra a região de Gaza. A declaração ocorre após o segundo dia de disparos de foguetes que deixaram ao menos 28 pessoas mortas - duas em Israel e 26 em Gaza.
A escalada de hostilidades entre Israel e o Hamas - considerado uma facção terrorista por Israel, EUA e União Europeia - foi desencadeada por confrontos entre manifestantes palestinos e policiais israelenses na mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, nesta segunda-feira (10). De acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, ao menos 26 palestinos morreram, incluindo nove crianças, e 122 ficaram feridos em decorrência do revide israelense depois que o Hamas atacou Jerusalém pela primeira vez desde 2014.
Em Israel, as autoridades confirmaram que duas mulheres morreram em ataques com foguetes na cidade de Ashkelon, no sul do país. A polícia disse ainda que mais de 30 pessoas ficaram feridas, embora os militares tenham afirmado que suas defesas aéreas estavam interceptando cerca de 90% dos disparos vindos de Gaza.
Na cidade de Beit Hanooun, no norte de Gaza, Abdel-Hamid Hamad disse à agência de notícias Reuters que seu sobrinho Hussein, 11, foi morto na segunda-feira no que os moradores disseram ter sido um ataque aéreo israelense. O menino estava recolhendo lenha quando foi atingido.
"Gaza está farta e nada faz diferença agora. Nossos filhos estão sendo mortos. O que devemos fazer?" disse Hamad.
Israel contesta os relatos das autoridades de Gaza sobre as vítimas, dizendo que matou pelo menos 15 combatentes do Hamas e que um terço das centenas de foguetes lançados pelos militantes islâmicos teria caído em seu próprio território e causado as outras mortes.
Jerusalém, reverenciada por judeus, palestinos, cristãos e muçulmanos, tem vivido em estado de tensão desde o início do ramadã, mês sagrado para o islamismo. No centro dos conflitos, estão a liberdade de culto em alguns pontos da Cidade Antiga - que os palestinos dizem estar sendo tolhida - e uma decisão judicial que prevê o despejo de famílias palestinas de uma área disputada em Jerusalém.
Folhapress
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