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Estados Unidos

- Publicada em 13h47min, 07/01/2021. Atualizada em 13h55min, 07/01/2021.

Conta de Trump no Facebook seguirá bloqueada por tempo indefinido, diz Zuckerberg

Bloqueio se estenderá até o fim do processo de transição de Trump para Joe Biden, diz rede

Bloqueio se estenderá até o fim do processo de transição de Trump para Joe Biden, diz rede


Brendan Smialowski/AFP/JC
O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, afirmou em postagem na plataforma, nesta quinta-feira (7), que a conta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seguirá bloqueada por "tempo indefinido", em decisão que se estende ao perfil do republicano no Instagram.
O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, afirmou em postagem na plataforma, nesta quinta-feira (7), que a conta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seguirá bloqueada por "tempo indefinido", em decisão que se estende ao perfil do republicano no Instagram.
De acordo com o executivo, o bloqueio se estenderá ao menos por duas semanas, até o fim do processo de transição do atual governo para o do presidente eleito, Joe Biden.
O anúncio ocorre no dia seguinte à invasão do Congresso americano por apoiadores de Trump, que protestavam contra uma suposta fraude nas eleições presidenciais de 2020, a qual Trump denuncia desde o fim do pleito. Em confronto com policiais que faziam a proteção do local, uma mulher foi morta após ser baleada. O episódio ainda deixou mais três vítimas fatais, segundo reportou a imprensa americana.
"Acreditamos que os riscos de permitir que o presidente continue a usar nossos serviços durante este período são simplesmente grandes demais", publicou Zuckerberg em seu perfil pessoal no Facebook.
A plataforma - assim como outras redes sociais, como o Twitter - tem sido questionada por, supostamente, tomar medidas mais duras contra as postagens sobre fraude eleitoral de Trump tardiamente.
Em resposta a essas críticas, Zuckerberg afirmou que o Facebook mantinha o direito de postagem do presidente "por acreditar que o público deve ter acesso ao mais amplo discurso político possível, mesmo os considerados controversos".
Agência Estado
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