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- Publicada em 14h32min, 24/11/2020. Atualizada em 16h21min, 24/11/2020.

Pensilvânia certifica resultados eleitorais com vitória de Biden

Notícia encerra semanas de alegações infundadas de fraude pelo presidente Donald Trump

Notícia encerra semanas de alegações infundadas de fraude pelo presidente Donald Trump


ANGELA WEISS/AFP/JC
O governador da Pensilvânia, Tom Wolf, anunciou nesta terça-feira (24) que o Estado certificou o resultado das eleições presidenciais de 3 de novembro em favor do democrata Joe Biden, que levará os 20 delegados do colégio eleitoral.
O governador da Pensilvânia, Tom Wolf, anunciou nesta terça-feira (24) que o Estado certificou o resultado das eleições presidenciais de 3 de novembro em favor do democrata Joe Biden, que levará os 20 delegados do colégio eleitoral.
"De acordo com o que é exigido por lei, assinei a certificação para a nomeação dos eleitores (delegados do Colégio Eleitoral) para Joe Biden e Kamala Harris", escreveu o governador no Twitter.
A notícia encerra várias semanas de alegações infundadas de fraude pelo presidente Donald Trump no Estado e também várias tentativas malsucedidas na Justiça para tentar impedir a certificação do resultado.
Na segunda, o conselho eleitoral estadual de Michigan certificou o resultado final da eleição presidencial dando a vitória oficial a Biden, que deve ficar com os 16 votos do Estado no colégio eleitoral. Conselheiros do Estado foram pressionados pelo presidente Trump a atrasar a certificação. Sem provas, o republicano alegou fraude na votação.

Transição

A equipe do presidente eleito começou a interagir com os colegas do governo atual para iniciar o processo de transição, depois que o governo Trump abriu formalmente o caminho na segunda-feira para uma transferência ordenada de poder. A confirmação ocorreu depois de um atraso de mais de duas semanas após a vitória de Biden na eleição, faltando apenas 57 dias para sua posse.
Biden disse que o atraso na transição ameaçou a segurança nacional ao privar sua equipe de instruções críticas e alertou que a distribuição de vacinas para combater o coronavírus estaria em risco se seus conselheiros não pudessem trabalhar lado a lado com as autoridades de saúde atuais. (Com agências internacionais)
Agência Estado
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