Porto Alegre, quarta-feira, 11 de novembro de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
quarta-feira, 11 de novembro de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Estados Unidos

- Publicada em 16h37min, 11/11/2020.

Eleições EUA: Trump abre ação judicial para tentar barrar formalização de resultado no Michigan

Trump se recusa a aceitar a derrota sob argumento de que a oposição cometeu fraudes

Trump se recusa a aceitar a derrota sob argumento de que a oposição cometeu fraudes


BRENDAN SMIALOWSKI/AFP/JC
A campanha à reeleição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, protocolou ação judicial para tentar impedir que o estado do Michigan certifique os resultados da eleição presidencial. Os republicanos alegam que houve uma série de "irregularidades" nos votos por correio na região de Detroit e citam um defeito em um programa utilizado no condado de Antrim.
A campanha à reeleição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, protocolou ação judicial para tentar impedir que o estado do Michigan certifique os resultados da eleição presidencial. Os republicanos alegam que houve uma série de "irregularidades" nos votos por correio na região de Detroit e citam um defeito em um programa utilizado no condado de Antrim.
O candidato do Partido Democrata, Joe Biden, foi declarado pela imprensa norte-americana como vencedor dos 16 delegados distribuídos no estado. Segundo a Associated Press, com 99% das cédulas apuradas, o ex-vice-presidente tinha 50,6% dos votos, ante 47,9% - uma diferença de cerca de 146 mil votos.
Embora Biden tenha sido declarado presidente eleito, Trump se recusa a aceitar a derrota, sob argumento de que a oposição cometeu fraudes. Sem apresentar provas, o líder da Casa Branca tem repetido que vencerá o pleito e será reeleito. Na terça-feira (10), o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, afirmou que os EUA farão "uma transição para o segundo mandato de Trump".
Apesar do imbróglio, o democrata já teve conversas oficiais com vários chefes de Estado, entre eles o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, e o premiê britânico, Boris Johnson.
Comentários CORRIGIR TEXTO