Porto Alegre, sábado, 18 de julho de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
sábado, 18 de julho de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Estados Unidos

- Publicada em 15h00min, 16/07/2020. Alterada em 15h00min, 16/07/2020.

Joe Biden atinge maior vantagem sobre Donald Trump desde início do ano, aponta pesquisa

Aprovação eleitoral do democrata Joe Biden entre os norte-americanos registrados para votar chegou a 52%

Aprovação eleitoral do democrata Joe Biden entre os norte-americanos registrados para votar chegou a 52%


TIMOTHY A. CLARY / AFP/JC
A aprovação eleitoral de Joe Biden entre os norte-americanos registrados para votar chegou a 52% contra 37% de Donald Trump, a maior margem já registrada pela Universidade Quinnipac, responsável pela pesquisa realizada em todo o país, divulgada na quarta-feira (15). As eleições presidenciais nos EUA estão marcadas para 3 de novembro. 
A aprovação eleitoral de Joe Biden entre os norte-americanos registrados para votar chegou a 52% contra 37% de Donald Trump, a maior margem já registrada pela Universidade Quinnipac, responsável pela pesquisa realizada em todo o país, divulgada na quarta-feira (15). As eleições presidenciais nos EUA estão marcadas para 3 de novembro. 
A diferença de 15 pontos percentuais representa uma alta significativa em relação à última sondagem, realizada em junho, na qual Biden superou Trump por 11 pontos.
Quando perguntados sobre questões específicas, a preferência pelo ex-vice-presidente também é maior. Apenas 35% aprovam a resposta de Trump à pandemia do novo coronavírus, enquanto o democrata tem o apoio de 59% - uma margem de 24 pontos percentuais.
O número de entrevistados que avaliam positivamente o governo do republicano caiu, chegando ao menor patamar desde agosto de 2017. São 36% os que aprovam a atuação da Casa Branca de Trump, contra 60% que desaprovam - uma queda de seis pontos percentuais em relação à última sondagem, realizada em 18 de junho.
A universidade entrevistou 1.273 eleitores registrados entre 9 e 13 de julho. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais.
Comentários CORRIGIR TEXTO